Texto: 1 Crônicas 4.9-10
Introdução:
Os 9 capítulos iniciais do livro de I Crônicas contêm uma lista com mais de 500 nomes. É genealogia pura. A dádiva do versículo 10 de 1 Crônicas 4 revela-nos que algo parecia estar fora do contexto! Dentro da lista de genealogias, os versos 9 e 10, e principalmente este, fogem inteiramente da lógica seqüencial. Com certeza Deus nos quer falar que Jabez fez algo que mereceu um destaque especial. E o que a Palavra mostra que Jabez fez? Ele simplesmente orou e sua oração foi tão especial que mereceu uma quebra na seqüência expositiva, pois havia alguma coisa especial nesse homem que foi capaz de levar o autor a interromper sua exposição e dizer: "Este rapaz Jabez está muito acima do resto". E o que ele orou?
1. Oxalá que me abençoes.
Ao clamarmos pela bênção de Deus, estamos pedindo aquilo que não poderíamos conseguir com nosso próprio esforço. Que urgência e entrega pessoal neste apelo! Pai, por favor abençoa-me, sim, abençoa-me, Senhor, e muito! Pv 10:22 diz: "A bênção do Senhor é à base da verdadeira riqueza, pois não traz tristezas nem preocupações."
2. E me alarguem as fronteiras.
Não encare fronteiras como simplesmente terras. Jabez ao fazer este pedido, estava clamando por mais e maiores oportunidades para realizar os propósitos de Deus para sua vida. Quando Jabez clamou a Deus "alarga minhas fronteiras", ele pensava: "Eu não nasci para ter só isso". Este clamor engloba aspectos espirituais, materiais, físicos, financeiros, familiares, etc. Este pedido pode ser entendido como um aumentar de oportunidades. Deus sempre intervém quando você coloca as prioridades d'Ele acima das suas.
3. Que seja comigo a Tua mão.
Observe que Jabez não começou sua oração pedindo que a mão de Deus estivesse com ele. Àquela altura, ele ainda não tinha consciência dessa necessidade. As coisas ainda estavam sob o seu controle. Mas quando suas fronteiras começaram a alargar e tarefas proporcionais ao território preparado por Deus começaram a se colocar diante dele, Jabez reconheceu sua pequenez e clamou pela mão de Deus sobre ele. Requerer que a mão de Deus esteja sobre nós é a nossa melhor estratégia.
Conclusão: “E me preserves do mal, para que não me sobrevenha aflição”. Foi assim que Jabez concluiu sua oração. É fato comprovado que o sucesso traz consigo grandes oportunidades de fracasso. Podemos até dizer que ser abençoado é o maior dos perigos, pois tende a reduzir nossa dependência de Deus e nos deixa propensos à arrogância. Após um grande momento de sucesso espiritual, é que necessitamos com urgência do último pedido de Jabez. Fique fora da arena da tentação sempre que for possível, teria dito Jabez, mas nunca viva no temor ou na derrota.
11/12/2007
05/12/2007
A Fornicação: A Defesa do Sexo Endeusado
Os desejos sexuais não devem ser objeto de ódio ou de vergonha. Podemos, e devemos, celebrá-los como um dom precioso. Deus é o autor deles (Gênesis 1:27; 2:22-24) e os declarou bons (Gênesis 1:31). O nosso Criador projetou o sexo não apenas para aumento do prazer físico e do bem-estar dos cônjuges no casamento, mas também para facilitar a expressão de seu carinhoso compromisso. Se o sexo, feito na intimidade do casamento, pode ser puro e santo (veja Hebreus 13:4; Romanos 13:1), não devemos imaginar que o nosso desenvolvimento espiritual seja mais bem atendido se negarmos a importância dos atos físicos do amor. O apóstolo Paulo admoesta sem rodeios aos casais: "Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência" (1 Coríntios 7:5).Lamentavelmente, todas as boas dádivas de Deus para o homem, dentre as quais o sexo, foram tristemente corrompidas. As intimidades sexuais, tão proveitosas dentro da estrutura protetora do amor e do compromisso do casamento, podem voltar-se contra o homem de modo destrutivo, quando este permite que elas ultrapassem seus verdadeiros limites. O Espírito Santo tem o hábito de falar desse "sexo solto" como "fornicação". O termo em geral identifica toda perversão da capacidade sexual humana em intercurso ilícito, de natureza heterossexual, homossexual ou bestial. O adultério, o sexo antes do casamento, o incesto, a sodomia, o lesbianismo, etc. não passam de formas específicas de fornicação.Ao contrário da opinião equivocada de alguns, a fornicação não tém a distinção de ser o primeiro nem o maior pecado. O orgulho maligno chega muito mais perto dessa desonra. No entanto, o preço que a fornicação tem exigido do homem, no que diz respeito à solidão, à infelicidade e à angústia, é tão desanimador que mal podemos imaginar suas conseqüências.Quem pode descrever com a devida propriedade a degradação terrivelmente dolorosa da concubina levita que morreu ao segurar à porta do hóspede de seu marido, em Gibeá, após ter sido estuprada e abusada pelos homens da cidade de noite até a manhã (Juízes 19)? Quem pode contar os lares desintegrados e os filhos abandonados, ou medir a dor e as cicatrizes profundas que brotam desses "casos" impensados em nossos dias? E quem pode imaginar completamente os efeitos devastadores do abuso incestuoso de crianças em nossos dias? A culpa e a autodiscriminação impiedosamente dominam a mente e destroem a paz e a alegria. A angústia do que comete o erro e da vítima bradam lamentavelmente.Paulo não apenas considera a fornicação um daqueles atos "manifestos" da carne, mas também o põe no topo da lista "carnal" de Gálatas 5:19-21 e raramente escreve a seus irmãos de várias regiões do mundo sem alguma admoestação especial para que a evitem (veja Romanos 13:13; Efésios 3:3-4; Colossenses 3:5; 1 Tessalonicenses 4:3). Ele insistiu com os coríntios para que "fugissem da fornicação", explicando que "qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo" (1 Coríntios 6:18). As intimidades sexuais fora do compromisso de amor do casamento contradizem ao propósito para o qual o corpo foi criado. Por serem contra a natureza, não podem deixar de ter conseqüências prejudiciais sobre o homem em geral.Na raiz desse mau uso destruidor do sexo reside a alienação do homem em relação a Deus. Desesperadamente só, o homem busca compensar a sua perda numa busca desesperada por amor e aceitação. O desejo sexual, agora desprovido de amor puro, torna-se uma cobiça impessoal, egoísta. Assim, aquilo que Deus determinou ser um servo a manifestar o amor, torna-se um tirano que o suprime. E o corpo padece da desonra enquanto isso se dá (Romanos 1:24). Mas tenha esperança, meu amigo, há saída para os fornicadores!A vitória sobre a fornicação (mesmo a do tipo homossexual) ocorre sobretudo no coração e na mente. Aí se deve lutar e vencer. A luta começa com uma profunda aceitação da responsabilidade pessoal (veja Romanos 1:21-26; 1 Coríntios 5), com um arrependimento genuíno (2 Coríntios 7:9) e com uma determinação sincera de deixar o sexo pervertido e todas as formas de perversidade e se agarrar em Deus (Atos 2:38; 17:30).Somente com a plena reconciliação com Deus, podemos ter esperança de banir a solidão da alienação e quebrar o encanto do sexo endeusado (2 Coríntios 5:20; 1 Coríntios 6:9-11). Com o amor e a reverência cada vez maiores por Deus, devemos lançar-nos completamente sobre a graça de Deus. Paulo afirma: "Andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne" (Gálatas 5:16). Não há promessa de triunfo sobre a fornicação se for esse exclusivamente o nosso objetivo. Essa vitória é obtida no coração disposto a realizar toda a vontade de Deus. Aí aprendemos o amor que recebe o prazer sexual com gratidão, mas não o venera.
Homens, Mulheres e Deus
Estudo bíblico
Homens, mulheres e Deus
É fácil deixar que nossas próprias idéias e pressuposições culturais infl uenciem a nossa compreensão dos textos bíblicos. Por exemplo, a idéia de que os homens são chamados para liderar a igreja e as mulheres, somente para segui-la dominou a maneira de pensar sobre os sexos por séculos, apesar do grande número de mulheres líderes que Paulo saudou no último capítulo de Romanos. Apesar também do fato de que ele se refere a Febe, que levou a epístola a Roma, como ministra. Ele usa exatamente a mesma palavra em grego para ela (diaconisa) que usa para descrever o seu próprio ministério e o ministério de Timóteo. Não nos ajuda que os tradutores tenham, com freqüência, enfraquecido o signifi cado desta palavra usando simplesmente serva, no caso de Febe.
Precisamos de ajuda da Bíblia para compreender os planos de Deus para todas os aspectos da nossa vida, inclusive o relacionamento sexual. Por todo o mundo, as mulheres são muito vulneráveis à violência sexual. Tanto o estupro (a violação) quanto a agressão acontecem em grade escala hoje em dia. Mesmo dentro do casamento, pode haver violência, muitas vezes, justifi cada por alguns cristãos mal orientados, que acham que as esposas devem se submeter aos maridos, inclusive no relacionamento sexual. São Paulo, entretanto, tinha idéias muito diferentes.
Leia 1 Coríntios 7:2-7
Esta passagem desafi a as nossas atitudes para com o relacionamento sexual entre um homem e uma mulher. Em primeiro lugar, Paulo coloca-a fi rmemente dentro do compromisso do casamento. Depois, o casamento é sempre entre um homem e uma mulher. Estas duas provisões já protegem as mulheres.
Porém a parte mais radical é quando Paulo fala sobre sexo entre o marido e a mulher. A mulher não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o marido – nada que cause surpresa até agora. O que causa surpresa é a próxima frase. O marido não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim a mulher. Isto é realmente surpreendente. Esta é a única passagem em que Paulo usa realmente a palavra autoridade dentro do relacionamento do casamento, e ela deve ser totalmente mútua. Os maridos e as mulheres devem tratar os corpos uns dos outros com respeito e consideração. Se este ensinamento bíblico fosse seguido no relacionamento sexual por todo o mundo, seria o fi m de tanta miséria humana, violência sexual e epidemias relativas ao sexo.
O que esta passagem nos diz sobre a opinião de Deus sobre as pessoas terem mais de um parceiro sexual?
Por que esta visão bíblica protege as mulheres?
O que acontece com a idéia da desigualdade entre os sexos nesta passagem?
Quais são os princípios fundamentais de Paulo no relacionamento sexual entre marido e mulher?
O que impede que a igreja por todo o mundo coloque em prática esta visão para os homens e as mulheres?
Homens, mulheres e Deus
É fácil deixar que nossas próprias idéias e pressuposições culturais infl uenciem a nossa compreensão dos textos bíblicos. Por exemplo, a idéia de que os homens são chamados para liderar a igreja e as mulheres, somente para segui-la dominou a maneira de pensar sobre os sexos por séculos, apesar do grande número de mulheres líderes que Paulo saudou no último capítulo de Romanos. Apesar também do fato de que ele se refere a Febe, que levou a epístola a Roma, como ministra. Ele usa exatamente a mesma palavra em grego para ela (diaconisa) que usa para descrever o seu próprio ministério e o ministério de Timóteo. Não nos ajuda que os tradutores tenham, com freqüência, enfraquecido o signifi cado desta palavra usando simplesmente serva, no caso de Febe.
Precisamos de ajuda da Bíblia para compreender os planos de Deus para todas os aspectos da nossa vida, inclusive o relacionamento sexual. Por todo o mundo, as mulheres são muito vulneráveis à violência sexual. Tanto o estupro (a violação) quanto a agressão acontecem em grade escala hoje em dia. Mesmo dentro do casamento, pode haver violência, muitas vezes, justifi cada por alguns cristãos mal orientados, que acham que as esposas devem se submeter aos maridos, inclusive no relacionamento sexual. São Paulo, entretanto, tinha idéias muito diferentes.
Leia 1 Coríntios 7:2-7
Esta passagem desafi a as nossas atitudes para com o relacionamento sexual entre um homem e uma mulher. Em primeiro lugar, Paulo coloca-a fi rmemente dentro do compromisso do casamento. Depois, o casamento é sempre entre um homem e uma mulher. Estas duas provisões já protegem as mulheres.
Porém a parte mais radical é quando Paulo fala sobre sexo entre o marido e a mulher. A mulher não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o marido – nada que cause surpresa até agora. O que causa surpresa é a próxima frase. O marido não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim a mulher. Isto é realmente surpreendente. Esta é a única passagem em que Paulo usa realmente a palavra autoridade dentro do relacionamento do casamento, e ela deve ser totalmente mútua. Os maridos e as mulheres devem tratar os corpos uns dos outros com respeito e consideração. Se este ensinamento bíblico fosse seguido no relacionamento sexual por todo o mundo, seria o fi m de tanta miséria humana, violência sexual e epidemias relativas ao sexo.
O que esta passagem nos diz sobre a opinião de Deus sobre as pessoas terem mais de um parceiro sexual?
Por que esta visão bíblica protege as mulheres?
O que acontece com a idéia da desigualdade entre os sexos nesta passagem?
Quais são os princípios fundamentais de Paulo no relacionamento sexual entre marido e mulher?
O que impede que a igreja por todo o mundo coloque em prática esta visão para os homens e as mulheres?
Estudos Biblicos
ESTUDO BÍBLICO 3 Sabedoria no comportamento sexual
Leia Gênesis 39:5-20. A história de José mostra um jovem que temia a Deus e decidira viver em obediência às suas leis.
· O que nos mostra que isto era verdade? (versículos 8, 9, 12)
· Como José resistiu à tentação?
Se pensarmos na posição de José como escravo na casa de Potifar neste momento de tentação, só poderemos admirá-lo por sua coragem.
· Por que a mulher de Potifar reagiu daquela forma?
· Como José sofreu por suas crenças?
José decidiu viver na pureza sexual, porque sabia que este era o ensinamento de Deus. Isto tornou sua vida muito difícil e ele sofreu por muito tempo.
· De que forma esta história serve de incentivo para nós?
ESTUDO BÍBLICO 4 O plano de Deus para o sexo é bom!
Os líderes das igrejas freqüentemente acham constrangedor falar sobre questões sexuais. Isto significa que nossos filhos, muitas vezes, aprendem sobre sexo através de rumores, de outras crianças e dos meios de comunicação, perdendo a oportunidade de compreender o plano de Deus para o sexo.
Leia Cantares 4:9-16. Esta parte da Bíblia não é freqüentemente lida em público. O livro inteiro descreve a alegria de duas pessoas desfrutando o amor que sentem uma pela outra.
· Como o homem descreve sua esposa nos versículos 10 e 11? Que palavras usamos para descrever nosso amor pelos nossos parceiros?
· O que entendemos com o versículo 12?
· Conversar com os jovens sobre os benefícios de esperarem pelo casamento para desfrutarem as relações sexuais pode, muitas vezes, parecer muito difícil para eles e, às vezes, negativo no mundo de hoje. De que forma as palavras dos versículos 12-15 dão uma idéia muito diferente?
· O que a esposa diz para receber o esposo no versículo 16? De que forma ela mostra seu orgulho ao ofertar a dádiva do seu amor?
Leia Mateus 19:3-9. O ensinamento de Jesus sobre a maravilha e a santidade do casamento no versículo 5 é muito claro. Um homem e uma mulher tornam-se “uma só carne” – uma união que não deve ser rompida.
· O que o ensinamento de Jesus significa para as pessoas que têm relações sexuais casuais?
· Quais são as conseqüências de se ignorar o plano de Deus para o sexo?
ESTUDO BÍBLICO 5 O Corpo de Cristo
Leia 1 Coríntios 12:12-26. O Corpo de Cristo tem VIH/HIV e SIDA! O Corpo de Cristo está morrendo de fome. O Corpo de Cristo não tem um lar adequado. Isto é porque quando um membro do corpo sofre, o corpo inteiro sofre (versículo 26). Não há “eles” e “nós”. Somos todos afetados.
· Às vezes, a igreja nega a existência do VIH/HIV e da SIDA entre os seus membros e líderes. Por que será que isto acontece? Qual é o resultado?
· Como o povo de Deus pode atuar como um corpo na sua resposta ao VIH/HIV e à SIDA?
· Como podemos atuar como as mãos e os pés de Cristo?
· Qual seria a resposta da igreja mais ampla, se ela sempre respondesse como “um só corpo” às pessoas necessitadas?
ESTUDO BÍBLICO 6 Um amor surpreendente
Enquanto estava na Terra, Jesus mostrava o seu amor da forma mais desafiadora possível. Ele se enchia de compaixão, quando olhava para as pessoas à sua volta.
Leia Mateus 9:35-36.
· Como Jesus mostrava o seu amor às pessoas que encontrava?
· Como podemos mostrar amor às pessoas à nossa volta?
Leia Lucas 15:1-7. Jesus freqüentemente irritava as autoridades da Igreja, por demonstrar amor e passar muito tempo com pessoas que a Igreja considerava inaceitáveis.
· Por que Jesus decidiu passar tanto tempo com as pessoas rejeitadas?
· Como Jesus lida com a crítica dos fariseus e dos mestres da lei?
· Como podemos mostrar amor aos que são rejeitados pela nossa sociedade?
Deus quer que paremos de julgar os outros e, ao invés disto, os amemos com o mesmo amor desafiador que ele mostrava. Somos salvos somente pela sua graça. Todos nós continuamos a falhar com Deus e, assim, não temos nada do que nos orgulharmos.
ESTUDO BÍBLICO 7 A santidade em prática
Leia Levítico 19:1-18. O mandamento “amarás o teu próximo” aparece, pela primeira vez, em Levítico 19:18, resumindo os versículos 1-18, que contêm várias regras e regulamentos do Velho Testamento. Examine esta passagem em Levítico. Divida os mandamentos (versículos 3, 4, 9, 12, 14, 16 e 18) em assuntos: • adoração a Deus • santidade pessoal • padrões de vida santa em relação às outras pessoas.
Estes mandamentos são dados num tom de autoridade. De quem é esta autoridade? Observe a natureza geral de alguns mandamentos (versículos 2, 3 e 11) e os detalhes precisos de outros (versículos 5-8, 9, 13 e 14). Deus quer que sejamos santos, tanto em grandes questões quanto nos pequenos detalhes da nossa vida diária.
· De que maneira a lei de Deus toma providências em relação ao pobre e ao “estrangeiro”? (veja os versículos 9 e 10)
· Como podemos cuidar das pessoas desprivilegiadas como indivíduos, dentro da nossa família e dentro da nossa igreja?
· Como podemos expressar amor e atenção para com as pessoas que vivem com SIDA na nossa comunidade?
ESTUDO BÍBLICO 8 O VIH/HIV, a SIDA e a glória de Deus
Na época de Jesus, muitos dos ensinamentos do Velho Testamento haviam sido excessivamente simplificados, resultando em crenças como: “Se você estiver sofrendo, deve ser porque pecou”.
Leia João 9:1-7. Os discípulos viram o problema que esta passagem levantava. Este homem certamente não poderia ter pecado antes mesmo de nascer!
· Pense sobre a resposta de Jesus, quando os discípulos perguntaram quem havia pecado para que aquilo acontecesse. O que ele quis dizer? O que isto significa para nós?
Jesus incentivou seus seguidores a orarem para que mais do amor e da glória de Deus fosse visto – mesmo no sofrimento que você e eu vemos hoje em dia. Assim, este cego não foi apenas curado, mas também mostrou a glória de Deus em Jesus, o salvador.
Portanto, a nossa atitude para com a SIDA não deve ser “De quem é a culpa?”, mas sim “A oportunidade de Deus para fazer o quê?” A luz de Jesus pode ser mais bem vista quando há sofrimento ou dúvida. Que a sua luz em nós possa brilhar ao auxiliarmos as pessoas com o VIH/HIV e a SIDA.
· O que as pessoas na nossa região dizem sobre as pessoas que vivem com o VIH/HIV e a SIDA?
· Como podemos ser práticos no nosso amor?
· Como podemos obter a força espiritual do Senhor para termos uma atitude positiva sobre as dificuldades que nós e os outros enfrentamos?
· Como podemos auxiliar e orar pelos que vivem com o VIH/HIV e a SIDA e os que cuidam deles?
Leia Gênesis 39:5-20. A história de José mostra um jovem que temia a Deus e decidira viver em obediência às suas leis.
· O que nos mostra que isto era verdade? (versículos 8, 9, 12)
· Como José resistiu à tentação?
Se pensarmos na posição de José como escravo na casa de Potifar neste momento de tentação, só poderemos admirá-lo por sua coragem.
· Por que a mulher de Potifar reagiu daquela forma?
· Como José sofreu por suas crenças?
José decidiu viver na pureza sexual, porque sabia que este era o ensinamento de Deus. Isto tornou sua vida muito difícil e ele sofreu por muito tempo.
· De que forma esta história serve de incentivo para nós?
ESTUDO BÍBLICO 4 O plano de Deus para o sexo é bom!
Os líderes das igrejas freqüentemente acham constrangedor falar sobre questões sexuais. Isto significa que nossos filhos, muitas vezes, aprendem sobre sexo através de rumores, de outras crianças e dos meios de comunicação, perdendo a oportunidade de compreender o plano de Deus para o sexo.
Leia Cantares 4:9-16. Esta parte da Bíblia não é freqüentemente lida em público. O livro inteiro descreve a alegria de duas pessoas desfrutando o amor que sentem uma pela outra.
· Como o homem descreve sua esposa nos versículos 10 e 11? Que palavras usamos para descrever nosso amor pelos nossos parceiros?
· O que entendemos com o versículo 12?
· Conversar com os jovens sobre os benefícios de esperarem pelo casamento para desfrutarem as relações sexuais pode, muitas vezes, parecer muito difícil para eles e, às vezes, negativo no mundo de hoje. De que forma as palavras dos versículos 12-15 dão uma idéia muito diferente?
· O que a esposa diz para receber o esposo no versículo 16? De que forma ela mostra seu orgulho ao ofertar a dádiva do seu amor?
Leia Mateus 19:3-9. O ensinamento de Jesus sobre a maravilha e a santidade do casamento no versículo 5 é muito claro. Um homem e uma mulher tornam-se “uma só carne” – uma união que não deve ser rompida.
· O que o ensinamento de Jesus significa para as pessoas que têm relações sexuais casuais?
· Quais são as conseqüências de se ignorar o plano de Deus para o sexo?
ESTUDO BÍBLICO 5 O Corpo de Cristo
Leia 1 Coríntios 12:12-26. O Corpo de Cristo tem VIH/HIV e SIDA! O Corpo de Cristo está morrendo de fome. O Corpo de Cristo não tem um lar adequado. Isto é porque quando um membro do corpo sofre, o corpo inteiro sofre (versículo 26). Não há “eles” e “nós”. Somos todos afetados.
· Às vezes, a igreja nega a existência do VIH/HIV e da SIDA entre os seus membros e líderes. Por que será que isto acontece? Qual é o resultado?
· Como o povo de Deus pode atuar como um corpo na sua resposta ao VIH/HIV e à SIDA?
· Como podemos atuar como as mãos e os pés de Cristo?
· Qual seria a resposta da igreja mais ampla, se ela sempre respondesse como “um só corpo” às pessoas necessitadas?
ESTUDO BÍBLICO 6 Um amor surpreendente
Enquanto estava na Terra, Jesus mostrava o seu amor da forma mais desafiadora possível. Ele se enchia de compaixão, quando olhava para as pessoas à sua volta.
Leia Mateus 9:35-36.
· Como Jesus mostrava o seu amor às pessoas que encontrava?
· Como podemos mostrar amor às pessoas à nossa volta?
Leia Lucas 15:1-7. Jesus freqüentemente irritava as autoridades da Igreja, por demonstrar amor e passar muito tempo com pessoas que a Igreja considerava inaceitáveis.
· Por que Jesus decidiu passar tanto tempo com as pessoas rejeitadas?
· Como Jesus lida com a crítica dos fariseus e dos mestres da lei?
· Como podemos mostrar amor aos que são rejeitados pela nossa sociedade?
Deus quer que paremos de julgar os outros e, ao invés disto, os amemos com o mesmo amor desafiador que ele mostrava. Somos salvos somente pela sua graça. Todos nós continuamos a falhar com Deus e, assim, não temos nada do que nos orgulharmos.
ESTUDO BÍBLICO 7 A santidade em prática
Leia Levítico 19:1-18. O mandamento “amarás o teu próximo” aparece, pela primeira vez, em Levítico 19:18, resumindo os versículos 1-18, que contêm várias regras e regulamentos do Velho Testamento. Examine esta passagem em Levítico. Divida os mandamentos (versículos 3, 4, 9, 12, 14, 16 e 18) em assuntos: • adoração a Deus • santidade pessoal • padrões de vida santa em relação às outras pessoas.
Estes mandamentos são dados num tom de autoridade. De quem é esta autoridade? Observe a natureza geral de alguns mandamentos (versículos 2, 3 e 11) e os detalhes precisos de outros (versículos 5-8, 9, 13 e 14). Deus quer que sejamos santos, tanto em grandes questões quanto nos pequenos detalhes da nossa vida diária.
· De que maneira a lei de Deus toma providências em relação ao pobre e ao “estrangeiro”? (veja os versículos 9 e 10)
· Como podemos cuidar das pessoas desprivilegiadas como indivíduos, dentro da nossa família e dentro da nossa igreja?
· Como podemos expressar amor e atenção para com as pessoas que vivem com SIDA na nossa comunidade?
ESTUDO BÍBLICO 8 O VIH/HIV, a SIDA e a glória de Deus
Na época de Jesus, muitos dos ensinamentos do Velho Testamento haviam sido excessivamente simplificados, resultando em crenças como: “Se você estiver sofrendo, deve ser porque pecou”.
Leia João 9:1-7. Os discípulos viram o problema que esta passagem levantava. Este homem certamente não poderia ter pecado antes mesmo de nascer!
· Pense sobre a resposta de Jesus, quando os discípulos perguntaram quem havia pecado para que aquilo acontecesse. O que ele quis dizer? O que isto significa para nós?
Jesus incentivou seus seguidores a orarem para que mais do amor e da glória de Deus fosse visto – mesmo no sofrimento que você e eu vemos hoje em dia. Assim, este cego não foi apenas curado, mas também mostrou a glória de Deus em Jesus, o salvador.
Portanto, a nossa atitude para com a SIDA não deve ser “De quem é a culpa?”, mas sim “A oportunidade de Deus para fazer o quê?” A luz de Jesus pode ser mais bem vista quando há sofrimento ou dúvida. Que a sua luz em nós possa brilhar ao auxiliarmos as pessoas com o VIH/HIV e a SIDA.
· O que as pessoas na nossa região dizem sobre as pessoas que vivem com o VIH/HIV e a SIDA?
· Como podemos ser práticos no nosso amor?
· Como podemos obter a força espiritual do Senhor para termos uma atitude positiva sobre as dificuldades que nós e os outros enfrentamos?
· Como podemos auxiliar e orar pelos que vivem com o VIH/HIV e a SIDA e os que cuidam deles?
28/11/2007
A Armadura Espiritual
O Apóstolo Paulo apresenta no último capítulo de sua carta aos crentes em Éfeso, após dar diversos conselhos sobre a vida cristã e seus relacionamentos, uma advertência que nos alerta sobre a necessidade da vigilância espiritual que devemos ter neste mundo e não descuidarmos diante de inimigos perversos, dominadores e hostis, que têm uma atuação sobretudo no plano espiritual (nas regiões celestes).
Quando Jesus afirmou que as portas do inferno não prevaleceriam contra Sua Igreja, Ele deixou subentendido que sua Igreja é um exército que avança contra as forças do mal, para iluminar com a luz divina e dissipar toda mentira e trevas que escravizam os homens e lhes infunde o terror. A Igreja portanto está na fronte da batalha espiritual que é travada num plano invisível e cada crente é um soldado que deve estar preparado para combater e guerrear. O Soldado (o cristão) necessita de preparação para enfrentar essa batalha e estar atento às investidas desse inimigo invisível que se infiltra nas fileiras do acampamento dos santos para disseminar discórdia, apregoar o desânimo, o descaso pelo adestramento, levando muitos pelotões à destruição, uma vez que o ladrão, que não é o pastor das ovelhas, vem somente para roubar, matar e destruir (Jo 10.10).
Lembre-se: Embora o Inimigo domine e manipule carne e sangue (pessoas), nossa luta é contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes do mundo de trevas, contra as hostes espirituais do mal nas regiões celestes. Portanto tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, permanecer firmes (Ef 6.12,13).
A Igreja precisa ouvir a Palavra de Deus e preparar-se para a batalha a fim de ser mais que vencedora. Vejamos algumas comparações que nos ajudam a entender como:
1. Tomando toda a armadura de Deus – O Espírito Santo nos guia, protege e nos sela. É ser de Deus, ter a vida entregue ao Senhor Jesus.
2. Verdade e justiça – a roupa que o cristão deve vestir, sua apresentação deve sempre expressar a verdade, não dando lugar à mentira e seus atos serem sempre justos.
3. Preparação do evangelho da paz – Os sapatos que conduzam nossos pés, pois existem espinhos lançados pelo inimigo para dificultar a caminhada do exército de Cristo, logo a paz deve ser nossa caminhar.
4. Escudo da Fé – Não podemos parar, devemos colocar adiante de nós nossa fé, isto é, seguirmos confiadamente, crendo nas promessas de Jesus e, todas as setas do inimigo cairão diante de nós.
5. Capacete da Salvação e a espada do Espírito – A nossa cabeça deve estar protegida pela Palavra de Deus e a Palavra deve ser nossa arma de ataque para despedaçar as fortalezas do Maligno.
6. Com toda oração e súplica – A trincheira é de oração, em todo o tempo, orando, vigiando e perseverando na dependência de Deus, dando cobertura uns aos outros no meio da Batalha.
É assim que a igreja deve proceder para ser vitoriosa. Muitas igrejas, nas mais diversas regiões do planeta, já fecharam suas portas, porque não se prepararam para a batalha que é renhida. O Espírito Santo é Deus outorgando autoridade aos seus pastores para conduzir o Seu rebanho. O inimigo infiltrado deve ser percebido, a mentira deve ser confrontada com a verdade e os atos do crente devem ser de justiça, enfim a armadura de Deus deve ser usada em sua inteireza pela Igreja do Senhor. Tomemos toda a armadura de Deus e avancemos para a vitória, crendo que, mesmo que as lutas sejam difíceis e dolorosas, Jesus nos garantirá a vitória eterna.
Quando Jesus afirmou que as portas do inferno não prevaleceriam contra Sua Igreja, Ele deixou subentendido que sua Igreja é um exército que avança contra as forças do mal, para iluminar com a luz divina e dissipar toda mentira e trevas que escravizam os homens e lhes infunde o terror. A Igreja portanto está na fronte da batalha espiritual que é travada num plano invisível e cada crente é um soldado que deve estar preparado para combater e guerrear. O Soldado (o cristão) necessita de preparação para enfrentar essa batalha e estar atento às investidas desse inimigo invisível que se infiltra nas fileiras do acampamento dos santos para disseminar discórdia, apregoar o desânimo, o descaso pelo adestramento, levando muitos pelotões à destruição, uma vez que o ladrão, que não é o pastor das ovelhas, vem somente para roubar, matar e destruir (Jo 10.10).
Lembre-se: Embora o Inimigo domine e manipule carne e sangue (pessoas), nossa luta é contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes do mundo de trevas, contra as hostes espirituais do mal nas regiões celestes. Portanto tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, permanecer firmes (Ef 6.12,13).
A Igreja precisa ouvir a Palavra de Deus e preparar-se para a batalha a fim de ser mais que vencedora. Vejamos algumas comparações que nos ajudam a entender como:
1. Tomando toda a armadura de Deus – O Espírito Santo nos guia, protege e nos sela. É ser de Deus, ter a vida entregue ao Senhor Jesus.
2. Verdade e justiça – a roupa que o cristão deve vestir, sua apresentação deve sempre expressar a verdade, não dando lugar à mentira e seus atos serem sempre justos.
3. Preparação do evangelho da paz – Os sapatos que conduzam nossos pés, pois existem espinhos lançados pelo inimigo para dificultar a caminhada do exército de Cristo, logo a paz deve ser nossa caminhar.
4. Escudo da Fé – Não podemos parar, devemos colocar adiante de nós nossa fé, isto é, seguirmos confiadamente, crendo nas promessas de Jesus e, todas as setas do inimigo cairão diante de nós.
5. Capacete da Salvação e a espada do Espírito – A nossa cabeça deve estar protegida pela Palavra de Deus e a Palavra deve ser nossa arma de ataque para despedaçar as fortalezas do Maligno.
6. Com toda oração e súplica – A trincheira é de oração, em todo o tempo, orando, vigiando e perseverando na dependência de Deus, dando cobertura uns aos outros no meio da Batalha.
É assim que a igreja deve proceder para ser vitoriosa. Muitas igrejas, nas mais diversas regiões do planeta, já fecharam suas portas, porque não se prepararam para a batalha que é renhida. O Espírito Santo é Deus outorgando autoridade aos seus pastores para conduzir o Seu rebanho. O inimigo infiltrado deve ser percebido, a mentira deve ser confrontada com a verdade e os atos do crente devem ser de justiça, enfim a armadura de Deus deve ser usada em sua inteireza pela Igreja do Senhor. Tomemos toda a armadura de Deus e avancemos para a vitória, crendo que, mesmo que as lutas sejam difíceis e dolorosas, Jesus nos garantirá a vitória eterna.
22/11/2007
“O natal vem chegando...”
Hoje, paira sobre as igrejas uma duvida inquietante sobre o natal. Pois existem pontos de vista variados sobre esta data festiva e não pouca discórdia quanto à origem desta festa e se há apoio bíblico para comemorá-la. São muitos os artigos históricos que tentam explica aonde tudo começou. De fato trata-se de uma comemoração atraente e poética, pois as luzes, o colorido, as tradições, presentes, comidas... etc acabam atraindo nossos olhares e criando um sentimento de confraternização e consumismo quase compulsivo. Como é natural de um “bom crente”, muitos evangélicos perguntam-se se há alguma transgressão em aderir a esta tradição e comemorar junto com os amigos e familiares o natal, face ao grande numero de “teses” e ponto de vista sobre este tema a duvida é inevitável. Vamos então considerar alguns pontos:
Historicamente falando, é pouco provável que Cristo tenha nascido em dezembro.
O natal hoje é uma mistura de tradições de vários séculos e culturas diferentes.
Biblicamente falando Cristo ordenou que perpetuássemos a lembrança de sua morte e não do nascimento (I Cr. 11: 23 - 26)
A figura de papai Noel a quase irônica, diante da festa que deveria comemorar a figura de uma criança e não de um velho. Esta ironia (inocente ou não) observa-se ainda nas varias comemorações religiosas. Veja:
Na páscoa bíblica era ordenado comer carne, porém na páscoa atual proibi-se comer carne. (Ex. 12: 1-11) .
Na páscoa judaica comia-se ervas amargas, na páscoa “moderna” come-se chocolate.
O símbolo bíblico da páscoa era o cordeiro, hoje é o coelho que ironicamente era considerado pelos judeus um animal imundo (Lev. 11- 5)
Na verdade existe uma mídia invisível, que empurra a sociedade ao consumismo desmedido e frenético, utilizando do apelo emocional
O papai Noel atual e a herança da figura de são Nicolau.
A tradição diz que “três reis magos foram ver Jesus”. Na verdade, a bíblia não menciona “reis” e sim “magos” vindos do oriente. Estes magos eram na verdade comerciantes bem sucedidos que formavam caravanas e vendiam de tudo. Aos poucos estes magos tornaram-se peritos em conhecer caminhos e rotas no deserto, valendo-se da posição das estrelas e astros. A palavra “magos” deriva-se de “magoe” que quer dizer “ trapaceiros”
Poderíamos falar sobre as varias lendas e historias sobre a árvore de natal, trocas de presentes, enfeites... etc. Mais para encurtar a prosa, podemos afirmar que até o natal chegar-se a nossa geração, muitas religiões e cultura deixaram sua influencia nesta festa popular e em alguns casos religiosa. O conceito de pecado em comemorar ou não o natal o que quero considerar doravante. Vejamos:
· O conceito de pecado para nós evangélicos, basea-se em transgredir os mandamentos bíblicos conscientemente ou não.
· A compreensão dos termos culpa, transgressão e pecado derivam-se do estudo sistemático chamado hamartiologia.
· Afirmar que algo seja pecado é uma tarefa ora simples e ora complicado face às visões particulares de lideres religiosos.
· O que pesa de fato é a intenção do coração (Mt.5:28)
· A santidade não deve ser medida por guarda de tradições e festas (Cl. 2:16)
· Nem sempre as festas tradicionais estão atreladas a culpa ou pecado.
· Existem pontos muito mais concretos e bíblicos que devem ser considerados como fonte de pecado e maldição (Gl.5:19 - 21)
· Penso que hoje para a maioria dos evangélicos o natal é comemorado sem crendices ou praticas idolatras (acho).
· Virou uma festa de confraternização mais popular e folclórica de que religiosa.
Quer saber! Se ao reunir sua família e amigos para confraternização de natal, nada no tange a mandamentos for quebrado ou ignorado, se o nome de Cristo for lembrado como Senhor absoluto dos céus e da terra e houver motivos para ações de graças, então é contigo mesmo! Agora, cuidado para não dar ocasião a carne e pecar! Como?
· Consumindo bebida alcoólica.
· Glutonaria.
· Idolatria.
· Conversas tolas.
· Formar visões heréticas sobre os elementos e símbolos tradicionais do natal, dando a eles o peso religioso ou bíblico que não tenha.
Bom! Para quem acha importante, feliz natal e para quem não acha um abração!
Hoje, paira sobre as igrejas uma duvida inquietante sobre o natal. Pois existem pontos de vista variados sobre esta data festiva e não pouca discórdia quanto à origem desta festa e se há apoio bíblico para comemorá-la. São muitos os artigos históricos que tentam explica aonde tudo começou. De fato trata-se de uma comemoração atraente e poética, pois as luzes, o colorido, as tradições, presentes, comidas... etc acabam atraindo nossos olhares e criando um sentimento de confraternização e consumismo quase compulsivo. Como é natural de um “bom crente”, muitos evangélicos perguntam-se se há alguma transgressão em aderir a esta tradição e comemorar junto com os amigos e familiares o natal, face ao grande numero de “teses” e ponto de vista sobre este tema a duvida é inevitável. Vamos então considerar alguns pontos:
Historicamente falando, é pouco provável que Cristo tenha nascido em dezembro.
O natal hoje é uma mistura de tradições de vários séculos e culturas diferentes.
Biblicamente falando Cristo ordenou que perpetuássemos a lembrança de sua morte e não do nascimento (I Cr. 11: 23 - 26)
A figura de papai Noel a quase irônica, diante da festa que deveria comemorar a figura de uma criança e não de um velho. Esta ironia (inocente ou não) observa-se ainda nas varias comemorações religiosas. Veja:
Na páscoa bíblica era ordenado comer carne, porém na páscoa atual proibi-se comer carne. (Ex. 12: 1-11) .
Na páscoa judaica comia-se ervas amargas, na páscoa “moderna” come-se chocolate.
O símbolo bíblico da páscoa era o cordeiro, hoje é o coelho que ironicamente era considerado pelos judeus um animal imundo (Lev. 11- 5)
Na verdade existe uma mídia invisível, que empurra a sociedade ao consumismo desmedido e frenético, utilizando do apelo emocional
O papai Noel atual e a herança da figura de são Nicolau.
A tradição diz que “três reis magos foram ver Jesus”. Na verdade, a bíblia não menciona “reis” e sim “magos” vindos do oriente. Estes magos eram na verdade comerciantes bem sucedidos que formavam caravanas e vendiam de tudo. Aos poucos estes magos tornaram-se peritos em conhecer caminhos e rotas no deserto, valendo-se da posição das estrelas e astros. A palavra “magos” deriva-se de “magoe” que quer dizer “ trapaceiros”
Poderíamos falar sobre as varias lendas e historias sobre a árvore de natal, trocas de presentes, enfeites... etc. Mais para encurtar a prosa, podemos afirmar que até o natal chegar-se a nossa geração, muitas religiões e cultura deixaram sua influencia nesta festa popular e em alguns casos religiosa. O conceito de pecado em comemorar ou não o natal o que quero considerar doravante. Vejamos:
· O conceito de pecado para nós evangélicos, basea-se em transgredir os mandamentos bíblicos conscientemente ou não.
· A compreensão dos termos culpa, transgressão e pecado derivam-se do estudo sistemático chamado hamartiologia.
· Afirmar que algo seja pecado é uma tarefa ora simples e ora complicado face às visões particulares de lideres religiosos.
· O que pesa de fato é a intenção do coração (Mt.5:28)
· A santidade não deve ser medida por guarda de tradições e festas (Cl. 2:16)
· Nem sempre as festas tradicionais estão atreladas a culpa ou pecado.
· Existem pontos muito mais concretos e bíblicos que devem ser considerados como fonte de pecado e maldição (Gl.5:19 - 21)
· Penso que hoje para a maioria dos evangélicos o natal é comemorado sem crendices ou praticas idolatras (acho).
· Virou uma festa de confraternização mais popular e folclórica de que religiosa.
Quer saber! Se ao reunir sua família e amigos para confraternização de natal, nada no tange a mandamentos for quebrado ou ignorado, se o nome de Cristo for lembrado como Senhor absoluto dos céus e da terra e houver motivos para ações de graças, então é contigo mesmo! Agora, cuidado para não dar ocasião a carne e pecar! Como?
· Consumindo bebida alcoólica.
· Glutonaria.
· Idolatria.
· Conversas tolas.
· Formar visões heréticas sobre os elementos e símbolos tradicionais do natal, dando a eles o peso religioso ou bíblico que não tenha.
Bom! Para quem acha importante, feliz natal e para quem não acha um abração!
Historicamente falando, é pouco provável que Cristo tenha nascido em dezembro.
O natal hoje é uma mistura de tradições de vários séculos e culturas diferentes.
Biblicamente falando Cristo ordenou que perpetuássemos a lembrança de sua morte e não do nascimento (I Cr. 11: 23 - 26)
A figura de papai Noel a quase irônica, diante da festa que deveria comemorar a figura de uma criança e não de um velho. Esta ironia (inocente ou não) observa-se ainda nas varias comemorações religiosas. Veja:
Na páscoa bíblica era ordenado comer carne, porém na páscoa atual proibi-se comer carne. (Ex. 12: 1-11) .
Na páscoa judaica comia-se ervas amargas, na páscoa “moderna” come-se chocolate.
O símbolo bíblico da páscoa era o cordeiro, hoje é o coelho que ironicamente era considerado pelos judeus um animal imundo (Lev. 11- 5)
Na verdade existe uma mídia invisível, que empurra a sociedade ao consumismo desmedido e frenético, utilizando do apelo emocional
O papai Noel atual e a herança da figura de são Nicolau.
A tradição diz que “três reis magos foram ver Jesus”. Na verdade, a bíblia não menciona “reis” e sim “magos” vindos do oriente. Estes magos eram na verdade comerciantes bem sucedidos que formavam caravanas e vendiam de tudo. Aos poucos estes magos tornaram-se peritos em conhecer caminhos e rotas no deserto, valendo-se da posição das estrelas e astros. A palavra “magos” deriva-se de “magoe” que quer dizer “ trapaceiros”
Poderíamos falar sobre as varias lendas e historias sobre a árvore de natal, trocas de presentes, enfeites... etc. Mais para encurtar a prosa, podemos afirmar que até o natal chegar-se a nossa geração, muitas religiões e cultura deixaram sua influencia nesta festa popular e em alguns casos religiosa. O conceito de pecado em comemorar ou não o natal o que quero considerar doravante. Vejamos:
· O conceito de pecado para nós evangélicos, basea-se em transgredir os mandamentos bíblicos conscientemente ou não.
· A compreensão dos termos culpa, transgressão e pecado derivam-se do estudo sistemático chamado hamartiologia.
· Afirmar que algo seja pecado é uma tarefa ora simples e ora complicado face às visões particulares de lideres religiosos.
· O que pesa de fato é a intenção do coração (Mt.5:28)
· A santidade não deve ser medida por guarda de tradições e festas (Cl. 2:16)
· Nem sempre as festas tradicionais estão atreladas a culpa ou pecado.
· Existem pontos muito mais concretos e bíblicos que devem ser considerados como fonte de pecado e maldição (Gl.5:19 - 21)
· Penso que hoje para a maioria dos evangélicos o natal é comemorado sem crendices ou praticas idolatras (acho).
· Virou uma festa de confraternização mais popular e folclórica de que religiosa.
Quer saber! Se ao reunir sua família e amigos para confraternização de natal, nada no tange a mandamentos for quebrado ou ignorado, se o nome de Cristo for lembrado como Senhor absoluto dos céus e da terra e houver motivos para ações de graças, então é contigo mesmo! Agora, cuidado para não dar ocasião a carne e pecar! Como?
· Consumindo bebida alcoólica.
· Glutonaria.
· Idolatria.
· Conversas tolas.
· Formar visões heréticas sobre os elementos e símbolos tradicionais do natal, dando a eles o peso religioso ou bíblico que não tenha.
Bom! Para quem acha importante, feliz natal e para quem não acha um abração!
Hoje, paira sobre as igrejas uma duvida inquietante sobre o natal. Pois existem pontos de vista variados sobre esta data festiva e não pouca discórdia quanto à origem desta festa e se há apoio bíblico para comemorá-la. São muitos os artigos históricos que tentam explica aonde tudo começou. De fato trata-se de uma comemoração atraente e poética, pois as luzes, o colorido, as tradições, presentes, comidas... etc acabam atraindo nossos olhares e criando um sentimento de confraternização e consumismo quase compulsivo. Como é natural de um “bom crente”, muitos evangélicos perguntam-se se há alguma transgressão em aderir a esta tradição e comemorar junto com os amigos e familiares o natal, face ao grande numero de “teses” e ponto de vista sobre este tema a duvida é inevitável. Vamos então considerar alguns pontos:
Historicamente falando, é pouco provável que Cristo tenha nascido em dezembro.
O natal hoje é uma mistura de tradições de vários séculos e culturas diferentes.
Biblicamente falando Cristo ordenou que perpetuássemos a lembrança de sua morte e não do nascimento (I Cr. 11: 23 - 26)
A figura de papai Noel a quase irônica, diante da festa que deveria comemorar a figura de uma criança e não de um velho. Esta ironia (inocente ou não) observa-se ainda nas varias comemorações religiosas. Veja:
Na páscoa bíblica era ordenado comer carne, porém na páscoa atual proibi-se comer carne. (Ex. 12: 1-11) .
Na páscoa judaica comia-se ervas amargas, na páscoa “moderna” come-se chocolate.
O símbolo bíblico da páscoa era o cordeiro, hoje é o coelho que ironicamente era considerado pelos judeus um animal imundo (Lev. 11- 5)
Na verdade existe uma mídia invisível, que empurra a sociedade ao consumismo desmedido e frenético, utilizando do apelo emocional
O papai Noel atual e a herança da figura de são Nicolau.
A tradição diz que “três reis magos foram ver Jesus”. Na verdade, a bíblia não menciona “reis” e sim “magos” vindos do oriente. Estes magos eram na verdade comerciantes bem sucedidos que formavam caravanas e vendiam de tudo. Aos poucos estes magos tornaram-se peritos em conhecer caminhos e rotas no deserto, valendo-se da posição das estrelas e astros. A palavra “magos” deriva-se de “magoe” que quer dizer “ trapaceiros”
Poderíamos falar sobre as varias lendas e historias sobre a árvore de natal, trocas de presentes, enfeites... etc. Mais para encurtar a prosa, podemos afirmar que até o natal chegar-se a nossa geração, muitas religiões e cultura deixaram sua influencia nesta festa popular e em alguns casos religiosa. O conceito de pecado em comemorar ou não o natal o que quero considerar doravante. Vejamos:
· O conceito de pecado para nós evangélicos, basea-se em transgredir os mandamentos bíblicos conscientemente ou não.
· A compreensão dos termos culpa, transgressão e pecado derivam-se do estudo sistemático chamado hamartiologia.
· Afirmar que algo seja pecado é uma tarefa ora simples e ora complicado face às visões particulares de lideres religiosos.
· O que pesa de fato é a intenção do coração (Mt.5:28)
· A santidade não deve ser medida por guarda de tradições e festas (Cl. 2:16)
· Nem sempre as festas tradicionais estão atreladas a culpa ou pecado.
· Existem pontos muito mais concretos e bíblicos que devem ser considerados como fonte de pecado e maldição (Gl.5:19 - 21)
· Penso que hoje para a maioria dos evangélicos o natal é comemorado sem crendices ou praticas idolatras (acho).
· Virou uma festa de confraternização mais popular e folclórica de que religiosa.
Quer saber! Se ao reunir sua família e amigos para confraternização de natal, nada no tange a mandamentos for quebrado ou ignorado, se o nome de Cristo for lembrado como Senhor absoluto dos céus e da terra e houver motivos para ações de graças, então é contigo mesmo! Agora, cuidado para não dar ocasião a carne e pecar! Como?
· Consumindo bebida alcoólica.
· Glutonaria.
· Idolatria.
· Conversas tolas.
· Formar visões heréticas sobre os elementos e símbolos tradicionais do natal, dando a eles o peso religioso ou bíblico que não tenha.
Bom! Para quem acha importante, feliz natal e para quem não acha um abração!
Amar é...
ISamuel - 1 - 1 : 9
O que é amar? Teorizar sobre o amor não é difícil. Escrever poemas de amor não é difícil. O difícil é amar concretamente. É amar através de gestos. É demonstrar esse amor nas diversas instâncias da vida.
Por isso, hoje, quando as suas vidas estão no altar de Deus para se unirem, não venho aqui teorizar sobre o amor. Não venho aqui tecer loas e versos a respeito do amor. Mas venho tomar como ponto de partida para falar de amor uma história que fala de alguém que, efetivamente amou e demonstrou esse amor através de gestos claros e definidos na esperança de que ao longo de sua vida conjugal vocês possam sempre ler essa história e dos princípios que dela emanam, fazer os alicerces da história de amor que vocês vão escrever.
1Samuel 1. 1-9
Havia um homem da tribo de Efraim, chamado Elcana, que vivia na cidade de Ramá, na região montanhosa de Efraim. Ele era filho de Jeroão, neto de Eliú, bisneto de Toú e trineto de Zufe. Elcana tinha duas mulheres, Ana e Penina. Penina tinha filhos, porém Ana não tinha. Todos os anos Elcana saía da sua cidade e ia a Siló a fim de adorar e oferecer sacrifícios ao Deus Todo-Poderoso. Hofni e Finéias, os filhos de Eli, eram sacerdotes do Deus Eterno, em Siló. Cada vez que Elcana oferecia o seu sacrifício, ele dava uma parte para Penina e outra para todos os seus filhos e filhas. Mas para Ana ele dava uma porção dobrada. Elcana a amava muito, embora o Deus Eterno não permitisse que ela tivesse filhos. Penina, sua rival, provocava e humilhava Ana porque o Eterno não permitia que ela tivesse filhos. Isso acontecia ano após ano. Sempre que iam à casa do Deus Eterno, Penina irritava tanto Ana, que ela ficava só chorando e não comia nada. Um dia o seu marido Elcana lhe perguntou: -Ana, por que você está chorando? Por que não come? Por que está sempre triste? Por acaso, eu não sou melhor para você do que dez filhos?
1. É dar além do esperado.
O texto nos diz que Elcana dava a Ana porção dobrada porque a amava muito. Amar é ir além do esperado.
Todos os anos eles subiam, todos os dias ofereciam sacrifícios. Elcana, como o chefe de família providenciava os elementos para o sacrifício. A Penina dava o convencional. Mas por causa do seu amor dava a Ana, porção dobrada.
O esperado era que ele desse a Ana o mesmo que dava a Penina. Mas o verdadeiro amor é dotado de generosidade e excede as expectativas. Se vocês se amam, demonstrem esse amor com gestos generosos. Sejam pródigos nisso, não se conformem com o ordinário, com o comum. Se o esperado é lavar a louça, enxugue também. Cuidem um do outro como a jóia mais preciosa jamais encontrada, como a flor rara e delicada que jamais existiu.
Todos nós sabemos como é maravilhoso quando todas as nossas expectativas são superadas. Não deixem que o egoísmo mine a
beleza do amor, mas a cada dia se superem na doação e na entrega por amor um ao outro. Porque amar é ir além do esperado.
2. É não mudar mesmo recebendo aquém do desejado.
Se amar é ir além do desejado, também é verdade que o verdadeiro amor permanece, quando, mesmo tendo ir além do esperado recebendo aquém do esperamos.
Hoje, vivemos o imperativo da estética. A beleza está em primeiro plano. Naquela época não era assim. Não que a beleza física, já naquela época não atraísse. Mas, a realização do homem estava na procriação. O salmista expressando essa idéia corrente dizia: Os filhos são um presente do SENHOR; eles são uma verdadeira bênção. Os filhos que o homem tem na sua mocidade são como flechas nas mãos de um soldado. Feliz o homem que tem muitas dessas flechas! Ele não será derrotado quando enfrentar os seus inimigos no tribunal.” Salmo 127 3-6.
Elcana amava Ana mesmo ela não lhe dando o que esperava. Ana nesse sentido ficava aquém das expectativas, mas isso não era motivo para que ele a amasse menos.
Quero dizer para vocês nesse momento. Em alguns aspectos vocês estarão aquém das expectativas do outro. Por melhor que vocês sejam. Não são perfeitos. Há áreas da nossa vida em que somos mais frágeis.
Por isso, lembrem-se: mesmo que você vá além do esperado. Não faça cobranças naquilo em que as suas expectativas forem frustradas. Não mudem de atitude. Não amem menos, pelo contrário, amem mais pois essa é a grandeza do amor.
O amor não é troca, é entrega, é doação incondicional.
O grande exemplo é o de Deus que nos ama além do que merecemos, recebendo em troca bem menos do que merece.
É a essência de Deus. Ele é amor.
O apóstolo Paulo, dotado de muita sabedoria disse: “quem ama não busca os seus próprios interesses”.
3. É ser para quem se ama melhor que o mais sonhado.
Há um momento em que Ana se desespera. Quer filhos. Eles não vêm. O seu sonho maior não se realiza. Quem teve um grande sonho e não o viu concretizar sabe o que Ana sentia no coração. Para aumentar ainda mais a sua tristeza a outra desfila diante do seu rosto a sua alegria; os filhos, o anelo mais profundo de Ana. É nesse momento que Elcana intervém. Não te sou eu melhor do que dez filhos.
Não penso que Elcana esteja sendo pretensioso quando fala essas coisas. O relato já nos mostrara anteriormente como, a despeito da esterilidade de Ana ele a amava e dava a ela a distinção devida.
Portanto, não é com presunção, mas, com convicção que ele afirma ser para ela dez vezes melhor do que sonho maior de sua vida, um filho. Amar é ser para o outro, melhor que o desejo mais profundo do coração, que anelo o anelo mais entranhado em nosso ser, que tudo o que mais sonhamos.
4. É ser solidário e compreensivo quando necessitado.
Mas Deus em sua misericórdia concede o desejo do coração de Ana, um filho. É nesse momento que Elcana demonstra mais uma vez o seu amor. Ele é solidário e compreensivo com ela quando ela diz que não subirá com ele ao Santuário enquanto a criança não estiver desmamada. Isso levaria uns três anos. Ele é compreensivo com ela. Faça o que achar melhor é o que diz para ela.
Lendo o texto hoje não compreendemos a riqueza do que isso significava. Aquela era uma época patriarcal, os direitos do homem dentro da casa eram absolutos e inquestionáveis. Uma mulher ter vontades e ser compreendida não era algo comum.
Depois que o menino é desmamado ela o leva para viver na Casa de Deus. Mas uma vez Elcana demonstra compreensão e solidariedade. Não se percebem no texto contrariedade, objeção, entraves. Imaginem, a dramaticidade daquele momento para Ana estava levando o seu filho para longe dela para viver na Casa do Senhor. Elcana está do seu lado, ele a apóia ele a compreende porque ele a ama.
Haverá momentos decisivos na vida de vocês. Momentos dramáticos em que o peso da decisão será muito grande e o gesto de apoio, carinho, a companhia, o ombro amigo são mais do que necessários. Amar não é apenas estar ao lado nos momentos fáceis, nos momentos de calmaria, mas nos momentos de tempestades. É estar junto compreensivo e solidário nas horas agônicas e difíceis.
Gostaria que vocês, olhassem um para o outro e dissessem:
Eu quero te dar além do que você espera, mesmo que receba aquém do que desejo. Quero ser para você, melhor que o mais sonhado por você e estar ao seu lado sempre que você precisar.
O que é amar? Teorizar sobre o amor não é difícil. Escrever poemas de amor não é difícil. O difícil é amar concretamente. É amar através de gestos. É demonstrar esse amor nas diversas instâncias da vida.
Por isso, hoje, quando as suas vidas estão no altar de Deus para se unirem, não venho aqui teorizar sobre o amor. Não venho aqui tecer loas e versos a respeito do amor. Mas venho tomar como ponto de partida para falar de amor uma história que fala de alguém que, efetivamente amou e demonstrou esse amor através de gestos claros e definidos na esperança de que ao longo de sua vida conjugal vocês possam sempre ler essa história e dos princípios que dela emanam, fazer os alicerces da história de amor que vocês vão escrever.
1Samuel 1. 1-9
Havia um homem da tribo de Efraim, chamado Elcana, que vivia na cidade de Ramá, na região montanhosa de Efraim. Ele era filho de Jeroão, neto de Eliú, bisneto de Toú e trineto de Zufe. Elcana tinha duas mulheres, Ana e Penina. Penina tinha filhos, porém Ana não tinha. Todos os anos Elcana saía da sua cidade e ia a Siló a fim de adorar e oferecer sacrifícios ao Deus Todo-Poderoso. Hofni e Finéias, os filhos de Eli, eram sacerdotes do Deus Eterno, em Siló. Cada vez que Elcana oferecia o seu sacrifício, ele dava uma parte para Penina e outra para todos os seus filhos e filhas. Mas para Ana ele dava uma porção dobrada. Elcana a amava muito, embora o Deus Eterno não permitisse que ela tivesse filhos. Penina, sua rival, provocava e humilhava Ana porque o Eterno não permitia que ela tivesse filhos. Isso acontecia ano após ano. Sempre que iam à casa do Deus Eterno, Penina irritava tanto Ana, que ela ficava só chorando e não comia nada. Um dia o seu marido Elcana lhe perguntou: -Ana, por que você está chorando? Por que não come? Por que está sempre triste? Por acaso, eu não sou melhor para você do que dez filhos?
1. É dar além do esperado.
O texto nos diz que Elcana dava a Ana porção dobrada porque a amava muito. Amar é ir além do esperado.
Todos os anos eles subiam, todos os dias ofereciam sacrifícios. Elcana, como o chefe de família providenciava os elementos para o sacrifício. A Penina dava o convencional. Mas por causa do seu amor dava a Ana, porção dobrada.
O esperado era que ele desse a Ana o mesmo que dava a Penina. Mas o verdadeiro amor é dotado de generosidade e excede as expectativas. Se vocês se amam, demonstrem esse amor com gestos generosos. Sejam pródigos nisso, não se conformem com o ordinário, com o comum. Se o esperado é lavar a louça, enxugue também. Cuidem um do outro como a jóia mais preciosa jamais encontrada, como a flor rara e delicada que jamais existiu.
Todos nós sabemos como é maravilhoso quando todas as nossas expectativas são superadas. Não deixem que o egoísmo mine a
beleza do amor, mas a cada dia se superem na doação e na entrega por amor um ao outro. Porque amar é ir além do esperado.
2. É não mudar mesmo recebendo aquém do desejado.
Se amar é ir além do desejado, também é verdade que o verdadeiro amor permanece, quando, mesmo tendo ir além do esperado recebendo aquém do esperamos.
Hoje, vivemos o imperativo da estética. A beleza está em primeiro plano. Naquela época não era assim. Não que a beleza física, já naquela época não atraísse. Mas, a realização do homem estava na procriação. O salmista expressando essa idéia corrente dizia: Os filhos são um presente do SENHOR; eles são uma verdadeira bênção. Os filhos que o homem tem na sua mocidade são como flechas nas mãos de um soldado. Feliz o homem que tem muitas dessas flechas! Ele não será derrotado quando enfrentar os seus inimigos no tribunal.” Salmo 127 3-6.
Elcana amava Ana mesmo ela não lhe dando o que esperava. Ana nesse sentido ficava aquém das expectativas, mas isso não era motivo para que ele a amasse menos.
Quero dizer para vocês nesse momento. Em alguns aspectos vocês estarão aquém das expectativas do outro. Por melhor que vocês sejam. Não são perfeitos. Há áreas da nossa vida em que somos mais frágeis.
Por isso, lembrem-se: mesmo que você vá além do esperado. Não faça cobranças naquilo em que as suas expectativas forem frustradas. Não mudem de atitude. Não amem menos, pelo contrário, amem mais pois essa é a grandeza do amor.
O amor não é troca, é entrega, é doação incondicional.
O grande exemplo é o de Deus que nos ama além do que merecemos, recebendo em troca bem menos do que merece.
É a essência de Deus. Ele é amor.
O apóstolo Paulo, dotado de muita sabedoria disse: “quem ama não busca os seus próprios interesses”.
3. É ser para quem se ama melhor que o mais sonhado.
Há um momento em que Ana se desespera. Quer filhos. Eles não vêm. O seu sonho maior não se realiza. Quem teve um grande sonho e não o viu concretizar sabe o que Ana sentia no coração. Para aumentar ainda mais a sua tristeza a outra desfila diante do seu rosto a sua alegria; os filhos, o anelo mais profundo de Ana. É nesse momento que Elcana intervém. Não te sou eu melhor do que dez filhos.
Não penso que Elcana esteja sendo pretensioso quando fala essas coisas. O relato já nos mostrara anteriormente como, a despeito da esterilidade de Ana ele a amava e dava a ela a distinção devida.
Portanto, não é com presunção, mas, com convicção que ele afirma ser para ela dez vezes melhor do que sonho maior de sua vida, um filho. Amar é ser para o outro, melhor que o desejo mais profundo do coração, que anelo o anelo mais entranhado em nosso ser, que tudo o que mais sonhamos.
4. É ser solidário e compreensivo quando necessitado.
Mas Deus em sua misericórdia concede o desejo do coração de Ana, um filho. É nesse momento que Elcana demonstra mais uma vez o seu amor. Ele é solidário e compreensivo com ela quando ela diz que não subirá com ele ao Santuário enquanto a criança não estiver desmamada. Isso levaria uns três anos. Ele é compreensivo com ela. Faça o que achar melhor é o que diz para ela.
Lendo o texto hoje não compreendemos a riqueza do que isso significava. Aquela era uma época patriarcal, os direitos do homem dentro da casa eram absolutos e inquestionáveis. Uma mulher ter vontades e ser compreendida não era algo comum.
Depois que o menino é desmamado ela o leva para viver na Casa de Deus. Mas uma vez Elcana demonstra compreensão e solidariedade. Não se percebem no texto contrariedade, objeção, entraves. Imaginem, a dramaticidade daquele momento para Ana estava levando o seu filho para longe dela para viver na Casa do Senhor. Elcana está do seu lado, ele a apóia ele a compreende porque ele a ama.
Haverá momentos decisivos na vida de vocês. Momentos dramáticos em que o peso da decisão será muito grande e o gesto de apoio, carinho, a companhia, o ombro amigo são mais do que necessários. Amar não é apenas estar ao lado nos momentos fáceis, nos momentos de calmaria, mas nos momentos de tempestades. É estar junto compreensivo e solidário nas horas agônicas e difíceis.
Gostaria que vocês, olhassem um para o outro e dissessem:
Eu quero te dar além do que você espera, mesmo que receba aquém do que desejo. Quero ser para você, melhor que o mais sonhado por você e estar ao seu lado sempre que você precisar.
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