04/04/2012

PROVA – DOUTRINAS DE DEUS


PROVA – DOUTRINAS DE DEUS



MATÉRIA: TEOLOGIA SISTEMÁTICA



DATA: __________/________/________



ALUNO: ________________________________________________________________



PROFESSOR: ___________________________________________________________



DOUTRINA DE DEUS



1. Quais os atributos naturais de Deus? Copie o versículo de uma referência bíblica de cada um dos atributos naturais de Deus.





2. Quais os atributos morais de Deus? Copie o versículo de uma referência bíblica de cada um dos atributos naturais de Deus.





3. Qual o atributo moral de Deus que é considerado a Sua plenitude gloriosa e onde esse atributo se manifesta?





4. Quais os seis nomes de Deus. No Antigo Testamento, abordados na apostila e o que significa cada um deles? Quais os dez atos que mostram a ação de Deus através do primeiro nome, que aparecem na narrativa da criação? De onde se origina o segundo nome? Quantas vezes aparecem o terceiro nome na Bíblia? Do que fala o quarto nome? Em quais livros é encontrado o quinto nome? O que sugere o sexto nome?





5. Quantas e quais abordagens se faz na Teologia Sistemática sobre a existência de Deus?



6. Na apostila e no estudo da Teologia Sistemática, onde Deus está presente? Transcreva um dos textos citados, à sua escolha.



7. Na sua essência como é Deus e como se manifesta?



8. No que não cremos quando falamos de Trindade ou de Triunidade? Por quê? E no que cremos então (resumidamente)?

9. Cite as teorias falsas sobre Deus e o que cada uma crê, resumidamente.



10. O que a fé cristã afirma e qual é o objetivo da Teologia?



11. Quais são os métodos e as fontes da Teologia?



Métodos:

Fontes:



12. Quais os exemplos que estão na apostila das classes da Teologia e o significado simplificado de cada uma?



13. Em quantas partes se divide e qual o plano ideal de Teologia Sistemática, segundo a apostila e qual o significado simplificado de cada parte?



14. O que podemos entender pela expressão “Personalidade de Deus”? O que é pessoa? Quais os atributos capitais que caracterizam uma pessoa?



15. O que podemos entender pela expressão “Espiritualidade de Deus”? Qual a essência do ser de Deus e qual o texto citado que mostra isso?



16. O que significa “Linguagem antropomórfica”? Que nível de linguagem é essa? Qual a definição da palavra “antropomórfica”?



17. Que tipo de Espírito é Deus? Explique isso, conforme a apostila.



18. Qual a relação de tempo e espaço comparando o homem e Deus? Quais características exclusivas do Seu ser que mostram isso claramente e qual o significado de cada uma?



19. Quais as duas grandes divisões para estudo dos atributos de Deus e o significado simplificado de cada uma?



20. Dê o conceito de teologia Sistemática e filosófica conforme a apostila?





Boa prova!

PROVA DE BIBLIOLOGIA


PROVA DE BIBLIOLOGIA



ALUNO(a)_______________________________________________________________



Curso: _________________________________________________________________



Data: _______/__________/___________



Professor: ______________________________________________________________





1. ____________________ é ... inspirada,

A. O primeiro manuscrito feito de cada livro bíblico

B. As cópias dos originais-inspirados

C. Os originais perdidos

D. As cópias que Timótio tinha naquela hora

E. Todos acima

F. Toda a Escritura

G. Nenhuma das anteriores



2. ________ a Escritura é divinamente inspirada

A. Toda

B. Apenas

C. Apenas a inspiração

D. Sem inspiração

E. Todos acima

F. Nenhuma das anteriores



3. Toda a Escritura ________ divinamente inspirada,

A. Foi

B. é

C. Poderia ser

D. Todas acima

E. Foi transmitida uma vez como sendo

F. Está somente no céu como

G. Sobrevivente é

H. Todas acima

H. Nenhuma das anteriores



4. Toda a Escritura é __________

A. Transmitida uma vez

B. Inspirada por Apóstolos e Profetas

C. Tudo aquilo que é falado por profetas, que receberam o batismo com o Espírito Santo com evidência em falar novas línguas

D. Inspirada

E. Todas Acima

F. Nenhuma das Anteriores


5. Toda Escritura é _______ inspirada

A. Por criticos textuais e linguistas

B. Por concílhos canônicos da Igreja

C. Divinamente

D. Pela críticismo textual

E. Todas Acima

F. Nenhuma das Anteriores


6. Toda a Escritura. . . é _______

A. Proveitosa agora

B. Proveitosa naquela época, pois já se perdeu

C. Proveitosa apenas quando se usa da arqueologia ou outras fontes não-escrituristicas para autenticá-la

D. Proveitosa apenas no grego/hebraico

E. Todas Acima

F. Nenhuma das Anteriores


7. Toda a Escritura . . . é proveitosa para _______

A. Ensinar

B. Ensinar apenas algumas coisas

C. Ensinar tudo, menos coisas relacionadas com a Bíblia

D. Ensinar nas linguas do original

E. Todas Acima

F. Nenhuma das Anteriores


8. Toda a Escritura...é proveitosa....Para ______

A. Reprovar

B. Reprovar tudo, inclusive a Bíblia

C. Reprovar tudo, manos os corretores de Bíblia

D. Reprovar tudo, exceto escolares e linguistas

E. Todas acima

F. Nenhuma das Anteriores


9. Toda a Escritura . . . é proveitosa para __________

A. Corrigir toda a visão extra-escrituristica

B. Corrigir apenas algumas questões

C. Corrigir os KJV-Only e os TR-Only

D. Corrigir a KJV, a ACF, e todas as bíblias oriundas do TR

E. Todas acima

F. Nenhuma da anteriores


10. Toda a Escritura . . . é proveitosa para _________

A. Instruir em grego e hebraico

B. Instruir em justiça

C. Instruir em história

D. Instruir em criticismo textual

E. Todas acima

F. Nenhuma das anteriores


11. Toda a Escritura é ... proveitosa .. Para .... o __________

A. Erudito de grego e hebraico

B. Homem de Deus

C. Corretor de Bíblias

D. Critico textual e historiador

E. Nenhum acima

F. Nenhuma das anteriroes


12. Toda a Escritura . . . é proveitosa ... Para que o homem de Deus _____

A. Seja perfeito

B. Seja incerto

C. Seja obrigado a consultar a eruditos/linguistas para saber o que Ela significa

D. Seja perfeito quando são utilizadas fontes extra-escrituristicas

E. Todas acima

F. Nenhuma das anteriores



13. Toda a Escritura . . . é proveitosa ... Para que o homem de Deus _____

A. Seja parcialmente instruído

B. Seja espíritualmente empobrecido

C. Completamente instruido

D. Ser temporariamente instruído, até que novos manuscritos sejam descobertos

F. Todas acima

E. Nenhuma anterior


14. Toda a Escritura . . . é proveitosa ... Para que o homem de Deus seja perfeitamente instruído para ... _____________

A. Apenas boas obras

B. Apenas boas obras, como modificar a Bíblia e duvidar dela
C. Toda boa obra

D. Todas as boas obras, excepto usar a KJV, a ACF, ou quaisquer bíblias provenientes do TR

E. Todas acima

F: Nenhuma das anteriores



15. A palavra Erudito significa? __________



A. as copias dos antigos livros da biblia



B. a traduçao da biblia



C. Homem de Deus



D.  Obra de Deus



E. Pessoas com grande conhecimentos


O Pastor como Despenseiro


O Pastor como Despenseiro


Muitos dizem que o Brasil é o país do futuro. No mínimo, é um dos países que irá influenciar o futuro do mundo. Tem uma grande potencialidade de recursos e é um dos maiores países em extensão. É, também, um dos maiores em população. Um país em que Deus está fazendo uma grande obra.


O pastor é, talvez, um dos homens mais importantes neste quadro. Ao lado do evangelista, do apóstolo e do profeta (Ef 4.12), o trabalho do pastor é chave para o estabelecimento de uma Igreja sadia, obediente e reprodutiva dentro da sociedade brasileira.

Sem o pastor, todo trabalho de evangelismo e estabelecimento de novas igrejas vai durar apenas uma geração. Deus tem confiado uma grande responsabilidade ao pastor: o fortalecimento do rebanho e a edificação do corpo de Cristo, em amor, para cumprir com Seus propósitos.


Para fazer isso, o pastor fala, ministrando a Palavra de Deus ao povo de Deus. A Bíblia usa a palavra “pregação”. Várias vezes, durante a semana, o pastor é chamado a pregar, quer dizer, a falar as palavras de Deus. Portanto, as perguntas básicas de todo pastor são: “O que falarei?” e “Onde descobrirei o que hei de falar?”. A resposta a essas perguntas está relacionada com aquilo que o pastor é e não é.


O que o pastor não é ?


O pastor, primeiramente, não é como o profeta que recebeu a revelação original da boca de Deus. Basicamente, Deus já nos revelou tudo o que queria revelar. Tudo que nós precisamos para a vida já está na Bíblia. Quando Ele fala hoje, por meio do Seu Espírito, é para aplicar a Palavra às nossas vidas.


O pastor também não é um apóstolo, como os doze discípulos. Eles foram testemunhas oculares da ressurreição de Jesus e foram ordenados pessoalmente por Jesus Cristo a apascentar as Suas ovelhas. O pastor não tem a autoridade de uma pessoa que recebeu tudo pessoalmente das mãos de Jesus. O que ele fala é sujeito a discussão, porque ele não tem o monopólio da interpretação.

Em terceiro lugar, o pastor não é um papagaio. Ele não é uma pessoa que colhe idéias de outros e repassa-as adiante como conhecimento próprio.


Suas idéias não são achadas em qualquer lugar. Os seus sermões não são sacolas de trapos; quer dizer, idéias e pensamentos simplesmente colhidos de livros e de sermões que outros já pregaram. Não é errado usar as idéias de outras pessoas ou citar outros em nossos sermões. O problema com o papagaio é que ele não usa sua própria mente. Ele usa idéias, palavras e pensamentos de outros porque é preguiçoso.


O que o pastor é ?


Como, então, o pastor resolverá o seu problema básico de conseguir o que vai falar? O pastor, como Paulo, é um despenseiro dos mistérios de Deus (1Co 4.1,2). Um despenseiro é um administrador que cuida dos bens de uma outra pessoa. Os mistérios são a revelação de Deus preservada na Bíblia. Portanto, a mensagem do pastor não vem diretamente da boca de Deus, como a mensagem do profeta ou do apóstolo, nem da mente de outras pessoas, como a mensagem do papagaio, mas, da Palavra de Deus da qual ele é o despenseiro privilegiado.

A palavra despenseiro significa “o gerente da casa”. O gerente da casa está debaixo da autoridade do dono da casa, com a responsabilidade de proteger, cuidar, ministrar e prestar contas de todos os bens ao dono. O depósito que Deus nos confiou é a Bíblia e o pastor, como despenseiro, tem a responsabilidade de distribuir este depósito ao povo com fidelidade (1Co 4.2).


A motivação do pastor


O fato de sermos despenseiros, deve ser um incentivo ao nosso trabalho. Deus tem colocado a Sua confiança em nós e desejamos demonstrar que merecemos tal confiança.

É muito fácil para um pastor ficar desanimado ou abatido. Afinal, ele não lida com coisas mecânicas, mas com homens e mulheres. Nem sempre eles cooperam com as boas idéias do pastor. Muitas vezes, só reparam nos erros!

O fato de que Deus achou por bem nos confiar tesouros tão valiosos, nos deve dar confiança no que fazemos. Não é possível ficar desanimado quando consideramos que o Deus do Universo nos confiou algo tão essencial como a ministração dos Seus mistérios ao Seu povo.


Paulo diz que a pregação é algo que ele não pode deixar de fazer (1Co 9.16,17). É obrigado a trabalhar! Deus está dependendo do pastor, Seu despenseiro. Sua família também está esperando que o despenseiro a alimente. Só assim a casa terá sucesso. Só assim será bem administrada.

A mensagem fiel do pastor


A mensagem do pastor depende do fato de que ele é um despenseiro: sua mensagem não lhe pertence, mas pertence ao Senhor. Ele não a inventou. É algo que ele recebeu. Ele tem a responsabilidade de ser fiel à mensagem que lhe foi confiada através da Palavra de Deus. Como ser fiel à mensagem? Há três coisas que podemos fazer: guardar o bom depósito, ministrar o bom depósito e disciplinar-nos.



Guardar o bom depósito


Nas cartas a Timóteo, Paulo chama a sua atenção ao fato de que lhe foi confiado um depósito (1Tm 1.11; 2Tm 1.12) e exorta-o a guardar fielmente este depósito (1Tm 6.20; 2Tm 1.13,14).

Ele deseja que Timóteo não deixe a mensagem ser modificada por causa da oposição de palavras vãs, baseadas numa ciência falsa, mas que fique fiel ao modelo de palavras sãs que recebeu de Paulo.


Nós também recebemos, de Paulo e da Bíblia, as mesmas sãs palavras. Só podemos guardá-las bem, garantindo a comunicação pura e verdadeira, por meio do Espírito Santo que habita em nós (2Tm 1.14).


Paulo é mais específico sobre como guardar este depósito. Em 2Co 2.17, ele afirma que não faz como muitos que falsificam a Palavra de Deus. Ao contrário, Paulo usava a Palavra de Deus com seriedade, para aquilo que Deus a tinha destinado. Em 4.2, no grego, ele diz que “não diluímos a Palavra de Deus”.

A palavra “diluir” era usada no comércio de vinho. Alguns colocavam água no vinho para lucrar mais. A idéia é de que alguns “vendiam” a Palavra de Deus, visando lucro. Adulteravam a Palavra de Deus para fazê-la mais aceitável. Esse não é o nosso alvo.

Não apresentamos a Palavra de Deus só para que os nossos ouvintes gostem. Porém, procuramos manifestar a verdade que nos foi confiada para que a tornemos conhecida. Somos despenseiros e é isso que nosso Mestre nos incumbiu a fazer.


Ministrar o bom depósito


Esta é a pregação: manifestar a verdade tal como está escrita na Bíblia. Portanto, cada sermão que pregamos deve ser uma exposição da verdade de Deus. Paulo recebeu a comissão de dar pleno cumprimento à Palavra de Deus (Cl 1.25). Aos presbíteros em Éfeso, ele disse: “jamais deixei de anunciar todo o desígnio de Deus!” (At 20.27).

Todos temos nossas doutrinas favoritas ou trechos prediletos para pregar. Mas um despenseiro fiel não serve somente arroz em cada refeição. Ele serve a refeição completa e variada visando a boa alimentação de todos, A casa de Deus precisa de despenseiros que ministram sistematicamente toda a Palavra de Deus, tanto as passagens bem conhecidas como as pouco conhecidas. Como fazer isto?


Precisamos nos avaliar: de que verdades estamos nos esquivando? Em quais estamos nos concentrando demais? Um método que nos mantém fiel à Palavra toda é seguir livros inteiros da Bíblia, capítulo por capítulo, versículo por versículo.


Nossa exposição tem que ser simples e direta. Devemos demonstrar claramente o caminho que o povo deve seguir. Em 2 Tm 2.15, Paulo exorta Timóteo a estudar a fim de manejar bem a Palavra. Manejar pode ser traduzido por “cortar reto”, como em Pv 3.6: “Ele endireitará as tuas varedas. Nossa exposição da Bíblia tem que ser simples, direta e fácil de entender. O sermão deve preparar para o povo uma estrada reta, fácil de seguir.

A disciplina do pastor


O bom despenseiro familiariza-se com todo o conteúdo do depósito. O depósito que está guardado nas Escrituras é tão extenso que uma longa vida de estudos não conseguiria esvaziar suas riquezas e variedades. A pregação expositiva não é fácil. Talvez por ser tão árdua é que ela é encontrada no ministério de tão poucos. Os únicos que estão preparados para realizar este ministério são os que estão preparados para seguir o exemplo dos apóstolos em Atos 6.4.


Eles acharam desperdício abandonar a pregação da Palavra para servir às mesas. Antes, “nos consagraremos ao ministério da Palavra. Esses eram despenseiros fiéis.

A pregação sistemática é impossível sem o estudo sistemático. Não é suficiente deslizar por cima de uns poucos versículos cada dia. Também não basta estudar um trecho quando vamos pregar sobre ele. Diariamente precisamos estar nos aprofundando na Palavra de Deus. Nós mesmos devemos estar imersos nela. Precisamos conhecer os grandes temas da Bíblia e aplicar os resultados do nosso estudo à nossa vida.


Quando nos toca pregar sobre algo específico, então devemos nos aplicar ao estudo disciplinado, usando todos os recursos à nossa disposição.


Queremos chegar ao entendimento pleno do significado da passagem e da aplicação dela à vida do povo. Isso é trabalho árduo. Para ser fiel (1Co 4.2), o despenseiro vai procurar conhecer bem o depósito que lhe foi confiado a favor do povo de Deus.


O Conhecimento de Deus pela Razão


TEOLOGIA SISTEMÁTICA

O Conhecimento de Deus pela Razão



A Filosofia e a Teologia são ciências autônomas e distintas, mesmo quando se ocupam dos mesmos objetos, pois uma se utiliza da investigação racional e outra da revelação divina. Estas ciências não se opõem, antes se auxiliam mutuamente. A Teologia confirma e ajuda a Filosofia, com a autoridade da palavra divina, sobretudo nas questões relacionadas com a vida religiosa e moral. Por sua vez a Filosofia serve à Teologia porque prova a existência de Deus, a personalidade e o fato da revelação, esclarecendo racionalmente a fé.



Não se pode falar em conhecimento de Deus pela razão sem prestar a justa homenagem a um dos maiores teólogos de todos os tempos, Tomás de Aquino, nascido em 1226, em Nápoles, Sul da Itália, e falecido precocemente aos 49 anos de idade, no Convento Fossanova.

É considerado o maior filósofo da Escolástica medieval, isto é, movimento filosófico cujo problema básico era a busca da harmonização entre a fé e a razão.



Inserida no movimento escolástico, a Filosofia de Tomás de Aquino já nasceu com limites e objetivos preestabelecidos: não contrariar a fé. De fato, a finalidade desta filosofia era organizar um conjunto de argumentos para demonstrar e defender as revelações do Cristianismo. Assim Tomás de Aquino reviveu em grande parte a filosofia aristotélica com o objetivo de nela buscar elementos racionais que explicassem os principais aspectos da fé cristã. Enfim, usou a filosofia como um instrumento a serviço do pensamento religioso católico.

Retomando as idéias de Aristóteles sobre o ser e o saber, enfatizou a importância da realidade sensorial. No processo de conhecimento desta realidade, ressaltou uma série de princípios considerados básicos, dentre os quais destacam:

a) O princípio da contradição: o ser é ou não é. Não existe nada que possa ser e não ser ao mesmo tempo e sob o mesmo ponto de vista;

b) O princípio da substância: na existência dos seres podemos distinguir a substância, é a essência, propriamente dita, de uma coisa, sem a qual ela não seria aquilo que é, e o acidente, são as qualidades não essenciais, acessórios do ser;

c) Princípio da causa eficiente: todos os seres que captamos pelos sentidos são seres contingentes, isto é, não possuem, em si próprios, a causa eficiente de suas existências. Portanto, para existir o ser contingente depende de um outro ser que representa a sua causa eficiente: este outro ser é chamado de ser necessário;



d) Princípio da finalidade: todo ser contingente existe em função de uma finalidade, de um objetivo, de "uma razão de ser". Enfim, todo ser contingente possui uma causa final;



e) O princípio do Ato e da Potência: todo ser contingente possui duas dimensões: o ato e a potência. O ato representa a existência atual do ser, aquilo que está realizado e determinado. A potência representa a capacidade real do ser, aquilo que não se realizou mas pode realizar-se. É a passagem da potência para o ato que explica toda e qualquer mudança.



A EXISTÊNCIA DE DEUS

A existência de Deus é demonstrada por Tomás de Aquino, por cinco vias a posteriori: a do movimento, a da concatenação das causas, a da contingência, a dos graus de perfeição das criaturas e da ordem do universo. Mas além desses argumentos poderá ser demonstrada através de seus atributos. Deus é infinito, eterno, imutável, livre, onisciente e onipotente. Nas suas relações com o mundo Deus é criador e providencial.



Provas Metafísicas:



a) A existência do Mundo. O mundo existe. Ora, o mundo, que é contigente, que não existe por si mesmo, que não tem em si próprio a razão suficiente de sua existência, que não poderia ter-se originado do nada ou do acaso, só pode existir pela ação de um criador incriado, eterno e necessário que é Deus.



b) A existência do movimento: O movimento existe no mundo. Ora, o movimento não é essencial, mas acidental à matéria. A existência do movimento precisa, para sua explicação, de um primeiro motor imóvel, princípio necessário e imutável de todo movimento. O dinamismo incessante do universo supõe um impulso inicial que só poderia Ter sido dado por Deus.



c) A existência da vida: A vida existe sobre a terra. Ora, a terra não tendo possuído sempre seres vivos, como provam as observações geológicas; a vida só podendo originar-se da vida, como atestam as experiências biológicas; os seres vivos só podendo gerar seres semelhantes a si mesmo. Como explicar a existência da vida em todos os seus graus, sem a intervenção de um poder superior às forças da matéria. Este ser transcendente e criador só pode ser Deus.



d) A existência da ordem no universo: Todo efeito em que se verifica a escolha de meios adequados para atingir um fim, supõe uma causa inteligente. Toda ordem implica uma razão ordenadora. Ora, no universo, quer no seu conjunto ou nas suas partes, quer na sua natureza física, orgânica ou psíquica, vamos encontrar uma coordenação harmoniosa e perfeita de meios e fins. Logo, a existência da ordem do universo prova a existência de um ordenador perfeito, de uma causa infinita sábia que é Deus.



Provas Morais:



a) A existência da Lei Moral.

Todo ser livre tende a realizar, na medida do possível, seu fim particular que é o bem moral, e seu fim universal que é o bem supremo. A lei moral ou princípio do dever existe e se impõe à nossa razão e à nossa vontade: o homem tem a noção do dever, que o impele a fazer o que é bom e evitar o que é mau. Ora, essa lei, que não poderia provir do mundo físico, nem da natureza humana, mas que existe formada em nossa consciência. Supõe uma causa e uma autoridade, que tenham os mesmos caracteres que ela, isto é, que sejam universais, imutáveis e eternas.

Logo, como não há lei sem legislador, obrigação sem autoridade, e autoridade sem um, ser real que a exerça, Deus existe como causa suprema da noção do dever, e como autoridade que confere ao princípio do dever o seu caráter imperativo absoluto.



b) O mérito e o demérito:

Todo ato conforme ou contrário à lei moral merece uma recompensa ou uma penalidade proporcional ao seu grau de bondade ou maldade. Por conseguinte, o princípio do mérito e do demérito existe e nosso espírito o concebe como complemento necessário do princípio do dever.

Ora, esse princípio que não deriva do mundo físico ou da natureza humana; que é universal, imutável e eterno como o principio do dever; que não constitui apenas um fato intelectual, mas a garantia absoluta duma sanção perfeita, adequada à lei moral, implica a existência de uma causa real e absoluta, isto é, Deus.



c) O consentimento universal:

A idéia de Deus não apanágio dos filósofos e dos cientistas, nem uma noção moderna ou um conceito da civilização ocidental. É uma idéia no tempo e no espaço. Em todos os quadrantes da terra, em todas as formas de cultura, em todos os povos, ao longo de toda a história, sábios ou ignorantes têm proclamado sua crença num Senhor soberano do universo.

Esta universalidade de opinião demonstra que a crença em Deus se apoia sobre razões poderosas e acessíveis a todas as inteligências, e que resulta do exercício normal do pensamento humano quando obedece às suas exigências racionais.



d) As aspirações da alma humana:

O sentimento religioso, isto é, o conjunto das aspirações que levam o homem a procurar, além dos seres finitos, um ser infinito, perfeito e absoluto, onde possa realizar a satisfação plena e integral das suas tendências para a verdade, para a beleza e para a bondade, existe em todas as criaturas humanas e aparece com um relevo mais acentuado nas almas mais puras, inteligentes, livres.

Ora, esse sentimento que representa um dos elementos constitutivos da natureza do homem é uma tendência tão real e viva como qualquer outra inclinação física, intelectual ou social. Deve, portanto, possuir uma causa e um objeto reais: por conseguinte, Deus existe como causa e objeto do sentimento religioso e das aspirações superiores da alma humana.



e) A experiência Mística:

Certas almas privilegiadas, profundamente religiosas, como os apóstolos e muitos outros que ao longo da história eclesiástica, têm afirmado ter estado em contato direto e vivo com Deus, de uma maneira que ultrapassa todos os meios de expressão humana. Nesse contato experimental tiveram o ensejo de desfrutar, com irresistível evidência, a presença soberana de Deus. Essa experiência dessas pessoas especiais, é absolutamente inexplicável sem a intervenção de Deus. Não é possível acreditar que todos esses homens e mulheres de Deus tenham enganado ao afirmarem, com convicção serena e inabalável, a existência das mesmas realidades sobrenaturais que conheceram por experiência pessoal.


APOSTOLO

APOSTOLO



No grego a palavra Apostellein”Apóstolo” significa aquele que é enviado, mensageiro ou embaixador. Aquele que representa a quem o enviou.



Exemplo do uso da palavra Apóstolo:

Assim como o profeta tinha a autoridade de Deus para escrever e falar ao povo em nome de Deus, o apóstolo no novo testamento tem esta mesma autoridade; ver 1 Tessalonicenses 2:13 e II Pedro 1:1, o apóstolo jamais é tido como profeta; ver Efésios 1:1 e I Pedro 1:1.



O ESPÍRITO SANTO



I. PERSONALIDADE DO ESPÍRITO

A) Provada por Suas Características:
1) Ele é inteligente (1Co 2.10,11).
2) Ele tem emoções (Ef 4.30).
3) Ele tem vontade ( 1Co 12.11).

B) Provada por Sua Obras:
1) Ele ensina (Jo 14.26).
2) Ele guia (Rm 8.14).
3) Ele comissiona (At 13.4).
4) Ele dá ordens a homens ( At 8.29).
5) Ele age no homem (Gn 6.3).
6) Ele intercede (Rm 8.26). 7)
7) Ele fala (Jo 15.26; 2Pe 1.21).

C) Provada pelo que Lhe é Atribuído:
1) Ele pode ser obedecido (At 10.19-21).
2) Pode-se mentir a Ele (At 5.3).
3) Ele pode ser resistido (At 7.51).
4) Ele pode ser reverenciado (Sl 51.11).
5) Pode-se blasfemar contra Ele (Mt 12.31).
6) Ele pode ser entristecido (Ef 4.30).
7) Ele pode ser ultrajado (Hb 10.29).
D) Provado por Uma Gramática Incomum:
A despeito do fato de a palavra grega para Espírito ser neutra em gênero, várias vezes se empregam pronomes masculinos para substituir o substantivo neutro, o que contraria todas as regras normais de gramática, mas indica a personalidade do Espírito (Jo 16.13,14; 15.26; 16.7,8)



II. A DIVINDADE DO ESPÍRITO

A) Provada pelos Seus Nomes:
1) Nomes que relacionam o Espírito em pé de igualdade às demais Pessoas da Trindade (1Co 6.11).
2) Nomes que O apresentam realizando obras que somente Deus pode fazer (Rm 8.15; Jo 14.16)

B) Provada por Suas Características:
O Espírito possui atributos divinos:
1) Onisciência (1Co 2.10,11).
2) Onipresença (Sl 139.7).
3) Onipotência (Gn 1.2).
4) Verdade (1Jo 5.6).
5) Santidade (Lc 11.13).
6) Vida (Rm 8.2).
7) Sabedoria (Is 40.13).

C) Provada por Suas Obras:
Ao Espírito são atribuídas obras que somente Deus pode realizar.
1) Criação (Gn 1.2).
2) Inspiração (2Pe 1.21).
3) Gerar a Cristo em Sua encarnação (Lc 1.35).
4) Convencer o homem (Jo 16.8).
5) Regenerar o homem (Jo 3.5,6).
6) Consolar (Jo 14.16).
7) Interceder (Rm 8.26,27).
8) Santificar (2Ts 2.13).

D) Provada por Sua Associação em pé de igualdade:
Com as demais Pessoas da Trindade (At 5.3,4; Mt 28.19; 2Co 13.13)



III. A PROCESSÃO (procedência) DO ESPÍRITO

A) Definição:
Processão é uma palavra que tenta descrever o eterno relacionamento entre o Espírito e as outras duas Pessoas da Trindade. Ele procedeu eternamente do Pai e do Filho sem que isso dividisse ou alterasse, de algum modo, a natureza de Deus.

B) História:
Este conceito foi formulado no Credo de Constantinopla em 381. Em 589, o sínodo de Toledo acrescentou a famosa cláusula latina “filioque”, que afirmava que o Espírito procedia do Pai e do Filho.

C) Escrituras:
João 15.26 afirma expressamente que o Espírito procede do Pai, ao passo que a idéia de Sua processão do Filho vem de versículos como Gálatas 4.6, Rm 8.9 e Jo 16.7.



IV. TIPOS E ILUSTRAÇÕES DO ESPÍRITO

Vestimenta ( Lc 24.49)
Pomba (Mt 3.16; Mc 1.10; Lc 3.22; Jo 1.32)
Penhor (2Co 1.22; 5.5; Ef 1.14)
Fogo (At 2.3)
Óleo (Lc 4.18; At 10.38; 2Co 1.21; 1Jo 2.20)
Selo (2Co 1.22; Ef 1.13; 4.30)
Servo ( Gn 24)
Água (Jo 4.14; 7.38,39)
Vento (Jo 3.8; At 2.1,2)



V. OBRA DO ESPÍRITO NO ANTIGO TESTAMENTO

A) Na Criação:
O Espírito deu à criação:
1) Vida (Sl 104.30; Jó 33.4).
2) Ordem (Is 40.12; Jó 26.13).
3) Beleza ( Sl 33.6; Jó 26.13).
4) Preservação (Sl 104.30).

B) No Homem:
1) Habitação Seletiva:
a) O Espírito estava em certas pessoas na época do AT (Gn 41.38; Nm 27.18; Dn 4.8; 5.11-14; 6.3)
b) O Espírito vinha sobre várias pessoas (Jz 3.10; 6.34; 11.29; 13.25; 1Sm 10.9,10; 16.13) c) O Espírito enchia alguns (Ex 31.3; 35.31). Assim, Seu relacionamento pessoal com os homens no AT era limitado, pois nem todos experimentavam Sua ação e esta não era necessariamente permanente em todos os casos (Sl 51.11)
2) Capacitação para serviço (especialmente na construção do Tabernáculo, Ex 31.3, mas também em outras circunstâncias, Jz 14.6).
3) Restrição geral ao pecado (Gn 6.3).



VI. A OBRA DO ESPÍRITO NA REVELAÇÃO E INSPIRAÇÃO

A) Definições:
1) Revelação significa o desvendamento de algo que era previamente encoberto ou desconhecido. A revelação diz respeito ao material (i.e., o que).
2) Inspiração é o processo divino de supervisão dos autores humanos da Bíblia, de modo que, usando suas próprias personalidades e estilos, compuseram e registraram sem erro as palavras de Deus pra Sua revelação ao homem nos manuscritos originais (os autógrafos). A inspiração diz respeito ao modo (i.e., o como).

B) O Autor da Revelação É o Espírito Santo:
A passagem mais específica é 2 Pedro 1.21 (cf. 2Sm 23.2; Ez 2.2; Mq 3.8; Mt 22.43; At 1.16; 4.25)
C) Os Meios da Revelação:
O Espírito usou:
1) A palavra falada (Ex 19.9).
2) Sonhos (Gn 20; 31).
3) Visões (Is 6.1).
4) A Palavra escrita (Jo 14.26; 1Co 2.13).
5) Cristo
D) O Autor da Inspiração É o Espírito Santo:
1) Do Antigo Testamento (2Sm 23.2,3; 2Tm 3.16; Mc 12.36; At 1.16; 28.25; Hb 3.7; 10.15,16).
2) Do Novo Testamento.
A) A inspiração do Novo Testamento foi pré-autenticada por Cristo (Jo 14.26).
B) Ela é afirmada pelos autores do Novo Testamento (1Co 14.37; Gl 1.7,8; 1Ts 4.2,15; 2Ts 3.6,12,14).
C) Ela é atestada mutuamente pelos apóstolos (1Tm 5.18; 2Pe 3.16).



VII. A OBRA DO ESPÍRITO NA VIDA DE CRISTO

A) Em Seu Nascimento Virginal:
O Espírito Santo realizou a concepção no útero de Maria (Lc 1.35).

B) Em Sua Vida:
1) Cristo foi ungido pelo Espírito (Lc 4.18; At 10.38). Essa unção ocorreu em Seu batismo, mas não é idêntica ao batismo (Jo 1.32). Essa unção significa capacitação para o serviço.
2) Cristo foi cheio do Espírito (Lc 4.1).
3) Cristo foi selado com o Espírito (Jo 6.27)
4) Cristo foi guiado pelo Espírito (Lc 4.1).
5) Cristo foi capacitado pelo Espírito (Mt 12.28).

C) Em Sua Morte:
(Cf. Hb 9.14; alguns citam também Rm 1.4)

D) Em Sua Ressurreição:
(1Pe 3.18, possivelmente.)

VIII. A OBRA DO ESPÍRITO NA SALVAÇÃO

A) Convencimento:
(Jo 16.8-11)
1) Definição: Convencer (Jo 16.8) significa esclarecer a verdade do evangelho perante a pessoa não salva, de modo que seja reconhecida como verdade, quer a pessoa receba ou não a cristo como seu Salvador.
2) Detalhes:
a) Do pecado. O estado pecaminoso do homem se deve à sua incredulidade.
B) Da Justiça. O homem é convencido da justiça de Cristo porque Ele ressurgiu e ascendeu à direita do Pai.
C) Do juízo. O Espírito convence sobre o juízo vindouro porque satanás (o maior inimigo) já foi julgado.

B) Regeneração: (Tt 3.5)
1) Definição: O ato divino de geração espiritual, pelo qual Ele comunica vida eterna e nova natureza.


2) Meio: É a obra de Deus, particularmente do Espírito (Jo 3.3-7; Tt 3.5). A fé é o requisito humano em presença do qual o Espírito regenera, e a Palavra de Deus fornece o conteúdo cognitivo da fé.


3) Características:
a) É um ato instantâneo, não um processo (embora seus antecedentes e conseqüências possam ser processos).
b) É não-experimental (não se deriva ou baseia em experiência, embora seja seguida das experiências comuns à vida cristã).


4) Conseqüências:
a) Uma nova natureza (2Co 5.17)
b) Uma nova vida ( 1Jo 2.29).

C) Habitação: ( 1Co 6.19).
1) As pessoas habitadas: Todos os verdadeiros crentes, porque:
a) Mesmos crentes em pecado desfrutam da habitação (1Co 6.19)
b) O Espírito é um dom ( Rm 5.5)
c) A ausência do Espírito é prova da condição de não-salvo (Rm 8.9).
2) A Permanência da habitação: Os crentes podem perder a plenitude do Espírito, mas não a Sua habitação (Jo 14.16).


3) Problemas com a habitação:
a) A obediência é uma condição (At 5.32)? Sim, mas a obediência à fé cristã (At 6.7; Rm 1.5)
b) Algumas pessoas não foram apenas temporariamente habitadas? Sim, mas apenas antes do dia de Pentecostes (1Sm 16.14)
c) Qual a relação entre a unção e a habitação? Elas ocorrem ao mesmo tempo, mas com propósitos diferentes: a habitação é a presença de Deus na vida do crente, ao passo que a unção o capacita a ser ensinado pelo Espírito (1Jo 2.20,27).



IX. OS DONS DO ESPÍRITO

A) Definição:
Um dom espiritual é uma capacidade dada por Deus ao crente para desempenho de um serviço. Não é um lugar de serviço, nem um ministério para um grupo etário especifico, nem um procedimento.

B) Distribuição:
1) Fonte: O Espírito ( 1Co 12.11)
2) Extensão: Todo crente tem pelo menos um, mas não todos (1Pe 4.10).
3) Tempo: Cada geração pode ou não ter todos os dons. Alguns dons foram concedidos para o estabelecimento, a fundação da Igreja (Ef 2.20)

C) Desenvolvimento:
Essas capacidades podem e devem ser desenvolvidas por quem as tem.

D) Descrição:
Listas de dons se encontram em Rm 12.6-8; 1Co 12.8-10, 28-30; Ef 4.11



X. A PLENITUDE DO ESPÍRITO

A) Definição:
Ter a plenitude do Espírito, ou ser cheio do Espírito, significa ser controlado pelo Espírito (Ef 5.18)

B) Características:
1) A plenitude do Espírito é uma ordem pra o crente (Ef 5.18, o verbo é um imperativo)
2) A plenitude é passível de repetição (At 2.4; 4.31)
3) A plenitude do Espírito produz semelhança a Cristo ( Gl 5.22,23)

C) Condições para Estar Cheio do Espírito:
1) Uma vida dedicada (consagrada): A submissão ao controle do Espírito, embora ordenada, é voluntária e exige atos de dedicação. Isto inclui dois aspectos: Dedicação Inicial (Rm 12.1,2) e a Dedicação Continua da Vida (Rm 8.14).
2) Uma Vida Vitoriosa: Vitória diária sobre o pecado no cotidiano é uma necessidade para esse controle do Espírito (Ef 4.30). Isto significa reagir corretamente à luz da Palavra à medida que esta é revelada (1Jo 1.7)
3) Uma Vida de Dependência: Este é o significado de “andar no Espírito” (Gl 5.16).

D) Conseqüências:
Ser cheio o controlado pelo Espírito significa:
1) Um caráter semelhante ao de Cristo ( Gl 5.22,23)
2) Adoração e Louvor (Ef 5.18-20)
3) Submissão (Ef 5.21)
4) Serviço (Jo 7.37-39)



XI. OUTROS MINISTÉRIOS DO ESPÍRITO

Ensino: Jo 16.12-15
Orientação: Rm 8.14
Convicção: Rm 8.16
Intercessão: Rm 8.26; Ef 6.18

Fonte: “A Bíblia Anotada”